REDE LATINO-AMERICANA PARA O ESTUDO DE ESPECIES INVASORAS

Uma das consequências da globalização é a chegada de espécies exóticas provenientes de diferentes latitudes. Esse fenômeno global tem importantes implicações na conservação da biodiversidade e deve ser motivo de preocupação. Assim, conhecer a magnitude e a extensão da problemática de invasões por plantas exóticas, suas causas e consequências ecológicas e econômicas deve ser parte importante das agendas de pesquisa em cada um dos países da América Latina.

Coordenadores da Rede

Ileana Herrera, Centro de Ecología
Instituto Venezolano de Investigaciones Científicas
Caracas, Venezuela
herrera.ita@gmail.com

Ramiro Bustamante, Facultad de Ciencias
Universidad de Chile

Santiago, Chile
ramironte@gmail.com
 

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Fundamentos e objetivos da RLEPI

  • Desenvolver uma estratégia de pesquisa ao incorporar dois conceitos chaves: os ecossistemas inovadores e a proteção da biodiversidade nativa;
     
  • promover a construção de uma base de datos que inclua prioridades de pesquisa em termos de grupos taxonômicos e ecossistemas impactados;
     
  • propor um procedimento padrão de protocolos para a avaliação de risco e identificação de prioridades;
     
  • fomentar e apoiar a formação de grupos de pesquisa sobre invasões por plantas exóticas em países latino-americanos e do Caribe.


O que fazem os grupos de pesquisa consolidados, e o que pode ser feito na América Latina?

Conscientes da gravidade desse fenómeno global, cientistas de muitos países tem formado redes de interação e de colaboração internacional de modo a antecipar-se, mitigar a chegada ou erradicar especies exóticas invasoras. Essas iniciativas têm se mostrado muito úteis para compreender a natureza e a magnitude das invasões em nível mundial, assim como estabelecer laços de cooperação. Em contraste, iniciativas similares na América Latina e no Caribe são escassas, sendo importante a oportunidade de organizar e consolidar uma rede de pesquisa para o estudo de plantas invasoras.

Conta-se, em nível continental, com a Rede Temática de Espécies Exóticas Invasoras da IABIN, denominada I3N, na qual o Instituto Hórus representa o Brasil e gerencia a Base de Dados Nacional, disponível neste website. Diversos países latino-americanos participam desta rede e disponiblizam bases de dados nacionais na internet. Veja a lista ao finall da nossa página de websites úteis. O foco desta rede, porém, está na divulgação de dados e não na pesquisa científica.


Quando foi formada essa rede de pesquisa para o estudo de plantas invasoras?

Em reuniões realizadas durante o Simpósio intitulado “Plantas invasoras num contexto latino-americano: diagnóstico atual, causas e consequências” parte da X Reunião Latino-americana de Botânica (outubro de 2010, em La Serena, Chile), os participantes formaram A Rede Latino-americana para o Estudo de Plantas Invasoras (RLEPI).


O que a RLEPI tem feito?

  • Escreveu um artigo que foi publicado na Revista Plant Ecology & Diversity. Neste trabalho informa-se a comunidade científica sobre a formação e os objetivos da Rede;
  • preparou dois números do Boletim da Rede Latino-americana para o Estudo de Plantas Invasoras (disponíveis para download acima);
  • iniciou projetos conjuntos.

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