Nome Científico:        Tradescantia zebrina

Reino: Plantae

Phylum: Magnoliophyta

Classe: Liliopsida

Ordem: Commelinales

Família: Commelinaceae

Tradescantia zebrina Hort. Ex Loud..

Sinônimos:                                       Autor:                                       Data:

Commelina zebrina                            Hort.

Tradescantia pendula                        (Schnizl.) Hunt.

Zebrina pendula                                 Schnizl.

Nome comum:                                                     Idioma:

lambari                                                                      Português

trapoeraba-roxa                                                       Português

judeu-errante                                                           Português

Descrição morfofisiológica:

Planta Herbácea prostrada, suculenta, de 15 - 25 cm de altura. Possui hábito rastejante, enraizando-se através de nódulos. Folhas verde-arroxeadas, glabras, com duas faixas longitudinais prateadas brilhantes na face de cima e roxas na face de baixo; o pecíolo, com 2 cm de comprimento, passa através da bainha pilosa das folhas. Inflorescência terminal e flores rosa-arroxeadas, pequenas e pouco vistosas.

Rota de dispersão:

Uso ornamental

Reprodução:

Sementes

Vegetativa

Rizomas

Forma biológica:

Herbácea

Causa da introdução:                                      Forma:             Local:                                 Data:

Para fins ornamentais                                       Voluntária

Uso econômico:

Espécie amplamente utilizada em jardinagem por ser rústica.

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

México e América Central.

Ambiente natural:

Ambientes com plena ou meia-sombra de solos férteis.

Área de invasão:

Ambiente:

Urbano

Localidade:

Parques municipais

Município / Estado:

Vila Velha / Espírito Santo


Situação populacional:

Estabelecida

Área de invasão:

Ambiente:

Urbano

Localidade:

Parques municipais

Município / Estado:

Vitória / Espírito Santo

Situação populacional:

Estabelecida

Descrição da invasão:

Está começando a ocupar os parques como forma de paisagismo.

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Parque Estadual de Vila Velha

Município / Estado:

Ponta Grossa / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Espécie com alta densidade e abundância geralmente encontrada em sub-bosque de floresta.

Área de invasão:

Ambiente:

Urbano

Localidade:

Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Município / Estado:

Natal / Rio Grande do Norte

Situação populacional:

Detectada em ambiente natural


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Trilha dos tropeiros no Cerro João Ferreiro, perto da Reserva Particular do Patrimônio Natural

Mira-Serra

Município / Estado:

São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Em 2002 estava restrita à beira da trilha e em 2003  presente na mata secundária em estado

 médio de regeneração.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas

Localidade:

Sul da Ilha de Florianópolis, na trilha de acesso à praia de naufragados

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Ao longo de toda a trilha invadindo o sub-bosque da floresta, fazendo dominância e dificultando a regeneração natural da floresta.

Bibliografia:

Pedrosa-Macedo, J H; Bebiano, D R; Weigert, J K, Ocorrência de Trapoeraba no Parque Estadual de Vila Velha, Curitiba/PR, 2004, Relatório Interno

Ojasti, J; Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las Especies Exóticas en Venezuela, Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, 2001

Criado em:    28/07/2005                                                                  

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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