Nome
Científico: Schizolobium parahyba
Reino: Plantae
Phylum: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fabales
Família: Caesalpiniaceae
Schizolobium parahyba (Vellozo) S. F. Blake.
Sinônimos: Autor:
Data:
Caesalpinia parahyba (Vell.) Allemao
Cassia parahyba
Vell.
Schizolobium amazonicum Huber ex Ducke
Schizolobium excelsum Vogel
Schizolobium glutinosum Tul.
Schizolobium kellermanii Pittier
Nome comum: Idioma:
bacurubu
Português
bacuruvu
Português
birosca
Português
ficheira
Português
gapuruvu
Português
garapuvu
Português
guarapuvu
Português
guavirovo
Português
igarapobu
Português
pau-de-vintém
Português
copté
Espanhol
gallinazo
Espanhol
plumajillo
Espanhol
zorra
Espanhol
guapuruvu
Português
guapiruvu
Português
Descrição morfofisiológica:
Árvore de 10 a 30 m de altura. Tronco retílineo com bifurcação apenas
a grandes alturas, formando um coroa de folhas no ápice, casca lisa, acinzentada,
com cicatrizes da queda das folhas (lenticelas), sendo que na planta jovem
a casca é verde; os ápices dos ramos são muito pegajosos. Folhas alternas,
compostas bipinadas, com até 1 m de comprimento; folíolos opostos, elípticos,
com estípulas que caem com o tempo, com 22 a 50 pares de pinas, folíolos de
40 a 60 por pina, de 2-3 cm de comprimento por 7-10 mm de largura. Flores
amarelas, pilosas, em inflorescências densas. Fruto tipo legume, obovado,
coriáceo, pardo-escuro, de 10 a 15 cm de comprimento, com uma semente, de
forma elíptica, brilhante e muito dura, protegida por endocarpo papiráceo.
Dispersão:
Anemocórica
Autocórica
Rota de dispersão:
Comércio de mudas
Jardins botânicos/zoológicos
Pessoas trocando recursos naturais
Transporte de material ambiental
Uso florestal
Uso ornamental
Vendas via internet/serviços postais
Vetor de Dispersão:
Humano
Vento
Reprodução:
Sementes
Forma biológica:
Arbórea
Uso econômico:
A madeira é muito utilizada para caixotaria e entalhes pois é leve
e de fácil trabalhabilidade. Também é muito utilizada como ornamental.
Área de distribuição onde a espécie é nativa:
Ocorre no Brasil, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina,
Paraná, São Paulo, Rio
Ambiente natural:
É árvore exclusiva da Floresta Atlântica da planície litorânea e
da encosta da Serra do Mar
Ambientes preferenciais para invasão:
É uma espécie heliófila, de crescimento vigoroso. Se estabelece com
facilidade e rapidez em áreas de clareira de florestas.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Estacional Semidecidual
Localidade:
Estação Ecológica dos Caetetus
Município / Estado:
Alvinlândia / São Paulo
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Os guapuruvus que hoje existem no interior da Estação Ecológica dos
Caetetus são jovens (menos de 30 anos) e são descendentes de algumas árvores
plantadas na Fazenda Torrão de Ouro, a oeste da reserva. É desta direção que
vêm os temporais, quando os diásporos de guapuruvu são levados a grandes distâncias.
Tanto que as árvores de guapuruvu no interior da mata são mais freqüentes
nas proximidades dessa fazenda.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Estacional Semidecidual
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Cândido Mota / São Paulo
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Os guapuruvus que hoje existem no interior da Estação Ecológica dos
Caetetus são jovens (menos de 30 anos) e são descendentes de algumas árvores
plantadas na Fazenda Torrão de Ouro, a oeste da reserva. É desta direção que
vêm os temporais, quando os diásporos de guapuruvu são levados a grandes distâncias.
Tanto que as árvores de guapuruvu no interior da mata são mais freqüentes
nas proximidades dessa fazenda.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Estacional Semidecidual
Localidade:
Estação Ecológica dos Caetetus
Município / Estado:
Gália / São Paulo
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Um único guapuruvu foi plantado em 1972 em uma mata ciliar de Cândido
Mota, São Paulo (essa árvore foi derrubada por um vendaval no final da década
de 1980 com mais de 1 m de diâmetro). Hoje, existem dezenas de descendentes
daquele indivíduo, alguns já com cerca de 1 m de diâmetro.
Bibliografia:
Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação
Ambiental, Manual para recuperação da reserva florestal legal, Curitiba, FNMA,
1996, (p.67), Cartilha
Lorenzi, H, Árvores brasileiras: Manual de Identificação
e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil, Nova Odessa, Plantarum, 1992
Backes, P; Irgang, B, Árvores do Sul – Guia de
Identificação & Interesse Ecológico – As principais espécies nativas sul-brasileiras,
1, Rio Grande do Sul, Instituto Souza Cruz, 2002
Criado em: 28/07/2005
Fonte: Instituto Hórus
de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy
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