Nome Científico:        Pinus caribaea

Reino: Plantae

Phylum: Coniferophyta

Classe: Pinopsida

Ordem: Pinales

Família: Pinaceae

Pinus caribaea Morelet.

Nome comum:                                                     Idioma:

caribbean pine                                                         Inglês

pinus                                                                         Português

pinheiro-americano                                                  Português

Descrição morfofisiológica:

Pinus caribaea abrange três variedades naturais: caribaea, bahamensis e hondurensis. A variedade hondurensis está entre os Pinus tropicais mais plantados no mundo. Isto pode ter relação com a grande amplitude de condições ambientais nas suas origens, na América Central. Sua distribuição natural abrange altitudes desde o nível do mar até 1.000 m. No Brasil, esta variedade é plantada exclusivamente na região tropical, visto que não tolera geadas. É árvore com até 30 m de altura, geralmente livre de galhos até uma altura considerável; de casca cinza a marrom-avermelhada, fissurada e eventualmente dividida em placas largas. Acículas geralmente em grupos de 3, raramente 4 ou 5 ou 2, acumuladas na ponta dos galhos, geralmente caindo após 2 anos, verde claras ou verde-amareladas, lineares, rígidas, ápice em forma de chifre, pontiagudo, margem serrilhada, com 15 - 25 cm de comrpimento, bainha basal persistente, marrom-clara até marrom-escura ou negra, 1 - 2 cm de comprimento. Estróbilos masculinos numerosos em agrupamentos sésseis, com 1 - 3 cm de comprimento. Cones subterminais, espiralados, cônicos, 5 - 10 (-12) cm x 2,5 - 3,5 cm quando fechados, decíduos, escamas bronzeadas ou marrom-avermelhadas, opostas ou espiraladas, protuberantes, finalizando em um pequeno espinho com menos de 1 mm de comprimento; sementes geralmente manchadas de cinza ou marrom-claro, estreitamente ovóide, com 6 mm de comprimento, com uma ala bem desenvolvida, geralmente persistente, de 2,5 cm de comprimento.

Dispersão:

Anemocórica

Rota de dispersão:

Comércio de mudas

Pessoas trocando recursos naturais

Uso florestal

Uso ornamental

Auto-propagação

Vetor de Dispersão:

Humano

Lixo

Maquinário

Veículos rodoviários

Vento

Solo

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Arbórea

Uso econômico:


Produção florestal: madeira, celulose, resina etc.

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Região Caribenha e América Central: Nicarágua, Honduras e Belize.

Ambiente natural:

Habitats tropicais, savanas.

Área de invasão:

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Benevides / Pará

Situação populacional:

Contida

Área de invasão:

Ambiente:

Áreas de Tensão Ecológica - Savana - Floresta Ombrófila

Localidade:

Projetos reflorestamento

Município / Estado:

Colorado do Oeste / Rondônia

Situação populacional:

Contida

Descrição da invasão:

Plantios de reflorestamento; não relata invasão de ambientes naturais.

Área de invasão:

Ambiente:

Áreas de Tensão Ecológica - Savana - Floresta Ombrófila

Localidade:

Projetos reflorestamento

Município / Estado:

Vilhena / Rondônia

Situação populacional:

Contida

Descrição da invasão:

Plantios de reflorestamento; não relata invasão de ambientes naturais.

Bibliografia:

Richardson, D M (ed.), Ecology and Biogeography of Pinus, 1, África do Sul, Cambridge University Press, 1998, Livro

Francis, J K, Pinus caribaea Morelet. Caribean pine, New Orleans, Los Angeles: U.S., Department of Agriculture, Forest Service, Southern Forest Experiment Station., 1992, Artigo,
http://www.fs.fed.us/global/iitf/Pinuscaribaea.pdf

de Alencar, J R, Evaluación del Cambio Tecnológico em Pinus: Uma aplicación em la Región Sur de Brasil, Córdoba, España, Universidad de Córdoba, 1999, Tese de Doutorado,
http://www.eumed.net/tesis/jra/index.htm

Shimizu, J Y, Pinus na silvicultura brasileira, Portal Ambiente Brasil, 2005, Internet, http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./florestal/index.html&conteudo=./florestal/artigos/pinus.html

de Espíndola, M B; Bechara, F C; Bazzo, M S; Reis, A, Recuperação Ambiental e contaminação biológica: aspectos ecológicos e legais, 18, Florianípolis, Santa Cataeina, Revista Biotemas, 2005

Ojasti, J; Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las Especies Exóticas en Venezuela, Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, 2001

Criado em:    28/07/2005                                                                  

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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