Nome Científico: Furcraea foetida

Reino:   Plantae

Phyllum: Magnoliophyta

Classe: Liliopsida

Ordem:  Liliales

Família: Agavaceae

Furcraea foetida (L.) Haw..

Nome comum:                                                          Idioma:

  piteira                                                                       Português

  pita                                                                           Português

  sisal                                                                         Português

  mountain-hemp                                                          Inglês

Descrição morfofisiologica:

Folhas verde brilhante, rígidas, eretas ou curvadas, com até 2 m de comprimento e 20 cm de largura,  com poucos espinhos largamente espaçados, especialmente em direção a base, estes com 4-10 mm de comprimento, ápice com um espinho curto e duro. Flores com forte fragrância, em inflorescências em forma de panícula ramosa de 6-12 m de altura, com inúmeras flores de mistura com uma porção de botões vegetativos, bulbilhos, geralmente formados após a floração; tépalas brancas à branco esverdeadas ou verde amareladas claras, com 2,5-3,3 cm de comprimento, as mais externas com 1-1,4 cm de diâmetro, as mais internas com 1,4-1,8 cm de diâmetro. Sementes germinam na planta que, então, dispersa os brotos.

Dispersão:

Barocórica

Rota de dispersão:

Outros

Uso ornamental

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Bromeliforme

Causa da introdução:                                            Forma:               Local:                                   Data:

Para fins ornamentais                                           Voluntária

Uso econômico:

Muito utilizada como ornamental; Entretanto, suas folhas fornecem uma fibra resistente e grossa para confecção de cordas, barbantes etc.

Impactos ecológicos:

Avança sobre áreas rupestres, deslocando bromélias e vegetação rupestre. Quando em alta densidade impede o deslocamento da fauna.

Impacto na saúde:

Causa ferimentos doloridos com seus espinhos pungentes.

Controle químico:

               TODO PROCESSO DE CONTROLE DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE

                    SEGURANÇA E, NO CASO DE USO DE PRODUTOS QUÍMICOS, SEGUINDO A

            ORIENTAÇÃO DO FABRICANTE E OBSERVANDO CUIDADOS PARA EVITAR IMPACTOS

                                                          AMBIENTAIS PARALELOS.

Tolerante a soluções aquosas de glifosato, hexazinone e triclopir. Sensível a aspersão foliar de 2,4-D em óleo diesel e muito sensível a aspersão foliar de triclopyr em óleo diesel ou óleo vegetal..

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

América do Sul e Central.

Ambiente natural:

Se desenvolve desde o nível do mar até 1000 m s.n.m. em ambientes secos.

Ambientes preferenciais para invasão:

Terrenos degradados, costões rochosos, pastagens

Área de invasão:

Ambiente:

Savana-Estépica Arborizada

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Tavares / Paraíba

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Nacional do Superagüi

Município / Estado:

Guaraqueçaba / Paraná

Situação populacional:

Detectada em ambiente natural

Descrição da invasão:

Plantada entorno da residência e no caminho de acesso a ela, residências de Elídio

Atanásio e Sr. Basílio na Praia Deserta.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Beira de estrada

Município / Estado:

Santo Antônio da Patrulha / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Processo inicial de invasão, poucos indivíduos


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Torres / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invade áreas de dunas e restingas

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Estadual de Itapuã

Município / Estado:

Viamão / Rio Grande do Sul

Referência geográfica:             Datum:        Fuso:        Coordenadas X:                          Y:

                                                                                           51º 04' W                       30° 22' S

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Em meio à vegetação de campo que foi antropizada

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Estacional Semidecidual

Localidade:

Parque Estadual de Itapuã

Município / Estado:

Viamão / Rio Grande do Sul

Referência geográfica:             Datum:        Fuso:        Coordenadas X:                          Y:

                                                                                           51º 04' W                       30° 22' S

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Afloramentos de rochas, matacões, áreas alteradas


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Morro da Praia Mole, Morro do Farol, Praia de Naufragados e Ponta da Galheta

Morro da Praia Mole, Morro do Farol, Praia de Naufragados e Ponta da Galheta

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Invasora

Descrição da invasão:

Nas encostas voltadas para o mar, sobre lajedos de rocha e em áreas de restinga e de floresta degradada.

Nas encostas voltadas para o mar, sobre lajedos de rocha e em áreas de restinga e de floresta degradada.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Morro da Praia Mole, Morro do Farol, Praia de Naufragados e Ponta da Galheta

Morro da Praia Mole, Morro do Farol, Praia de Naufragados e Ponta da Galheta

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Invasora

Descrição da invasão:

Nas encostas voltadas para o mar, sobre lajedos de rocha e em áreas de restinga e de floresta degradada.

Nas encostas voltadas para o mar, sobre lajedos de rocha e em áreas de restinga e de floresta degradada.

Referência Bibliografica:

Motooka, P; Castro, L; Nelson, D; Nagai, G; Ching, L, Weeds of pastures and natural areas of Hawaii and their management, 1, Hawaii, 2002, Livro

Wagner, W L; Herbst, D R; Sohmer S H, Manual of the flowering plants of Hawai'i, 2, Honolulu, University of Hawai'i Press, 1999, Livro

Löfgren, A, Notas sobre as plantas exóticas introduzidas no estado de são Paulo, 1, São Paulo, Sec. Da Agric., Comércio e Obras Públicas de SP, 1903, (p.111), Livro

Ojasti, J; Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las Especies Exóticas en Venezuela, Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, 2001

Criado em: 2/3/2007

      Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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