Nome Científico:        Coffea arabica

Reino: Plantae

Phylum: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Rubiales

Família: Rubiaceae

Coffea arabica L..

Nome comum:                                                     Idioma:

café                                                                          Português

cafezeiro                                                                  Português

arabian coffee                                                          Inglês

Cafeeiro                                                                    Português

Descrição morfofisiológica:

Árvore pequena; folhas verde escuras brilhantes, oblongo-elípticas ou oblanceolada-oblongas, ápice de agudo até acuminado, agudo na base, venação central proeminente em ambas superfícies, nervuras laterais com 7 - 13 pares, normalmente com 5 - 20 cm de comprimento, os pecíolos têm aproximadamente 1 cm de comprimento; axilas com algumas pequenas cimeiras trifloras, pedicelo com 4 mm de comprimento; brácteas deltóides com 3 mm de comprimento; corola branca, fragrante, 7 - 10 mm de comprimento, geralmente 5 - lobada; anteras com 7 - 8 mm de comprimento; frutos vermelhos, elipsóides ou oblongos, 2 - 3 (-5).

Dispersão:

Ornitocórica

Zoocórica

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Arbórea

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Etiópia.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Estacional Semidecidual

Localidade:

Estação Ecológica dos Caetetus

Município / Estado:

Alvinlândia / São Paulo

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Têm-se encontrado plantas dessa espécie no interior de fragmentos florestais com certa freqüência e encontrado também menção sobre isso em teses e dissertações. Geralmente são matas maduras em fazendas que tiveram lavouras de café. Dos relatos dos moradores antigos vem a explicação de que as florestas eram utilizadas como viveiros de espera. As mudas eram encanteiradas sob as árvores para protegê-las da geada, até que fossem plantadas. Com o abandono da cafeicultura, as mudas foram esquecidas e ainda hoje sobrevivem, muitas vezes claramente alinhadas, sob o dossel.

Mas, além dessas mudas alinhadas em locais estratégicos, são encontradas, com menor freqüência, plantas isoladas de café no interior da floresta, em locais inacessíveis, fato observado na Estação Ecológica dos Caetetus. Trata-se de um grande fragmento florestal (cerca de 2.000 ha) quase totalmente circundado por fazendas de café desde o início do século XX.

Com base nessas observações, acreditamos que está ocorrendo um processo lento de invasão do sub-bosque da floresta pelas plantas de café, já que os frutos são consumidos por animais e facilmente transportados para o interior da reserva


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa

Localidade:

Parque Estadual da Ilha do Cardoso

Município / Estado:

Cananéia / São Paulo

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Na porção nordeste da Ilha, próximo ao porto do João Cardoso e da aldeia indígena Guarani, existem árvores de café remanescentes de um antigo cultivo. Com a criação do Parque, o cultivo de cafezeiros foi abandonado e muitas árvores morreram, mas as que sobreviveram atualmente são fontes de dispersão de sementes que estão gerando um lento processo de invasão biológica do sub-bosque de Floresta Atlântica. Nesta área, é possível encontrar diversas árvores de café espalhadas pela floresta bem como inúmeras mudas na regeneração natural.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Estacional Semidecidual

Localidade:

Estação Ecológica dos Caetetus

Município / Estado:

Gália / São Paulo

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Têm-se encontrado plantas dessa espécie no interior de fragmentos florestais com certa freqüência e encontrado também menção sobre isso em teses e dissertações. Geralmente são matas maduras em fazendas que tiveram lavouras de café. Dos relatos dos moradores antigos vem a explicação de que as florestas eram utilizadas como viveiros de espera. As mudas eram encanteiradas sob as árvores para protegê-las da geada, até que fossem plantadas. Com o abandono da cafeicultura, as mudas foram esquecidas e ainda hoje sobrevivem, muitas vezes claramente alinhadas, sob o dossel.

Mas, além dessas mudas alinhadas em locais estratégicos, são encontradas, com menor freqüência, plantas isoladas de café no interior da floresta, em locais inacessíveis, fato observado na Estação Ecológica dos Caetetus. Trata-se de um grande fragmento florestal (cerca de 2.000 ha) quase totalmente circundado por fazendas de café desde o início do século XX.

Com base nessas observações, acreditamos que está ocorrendo um processo lento de invasão do sub-bosque da floresta pelas plantas de café, já que os frutos são consumidos por animais e facilmente transportados para o interior da reserva

Bibliografia:

de Espíndola, M B; Bechara, F C; Bazzo, M S; Reis, A, Recuperação Ambiental e contaminação biológica: aspectos ecológicos e legais, 18, Florianípolis, Santa Cataeina, Revista Biotemas, 2005

Criado em:    12/28/2004                                                                  

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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