Nome
Científico: Pinus taeda
Reino: Plantae
Phylum: Coniferophyta
Classe: Pinopsida
Ordem: Pinales
Família: Pinaceae
Pinus taeda L..
Sinônimos: Autor:
Data:
Pinus
lutea
Walter
Pinus
heterophylla Small.
Nome comum: Idioma:
pinus
Português
pinheiro-americano
Português
pinheiro-amarelo
Português
loblolly pine
Inglês
Descrição morfofisiológica:
Árvore que pode atingir mais de 20 metros de altura; casca gretada
e ramos acinzentados.Acículas reunidas em grupos de 3 (com 15 a 20 cm de comprimento),
de cor verde-escura. Cones masculinos cilíndricos e amarelados, femininos
ovado-oblongos, sésseis ou sub-sésseis, muito persistentes e dotados de escamas
espinhosas. Sementes pequenas, cerca de 5 mm de comprimento, com alas de até
25 mm. Madeira resinosa.
Dispersão:
Anemocórica
Rota de dispersão:
Uso florestal
Uso ornamental
Vetor de Dispersão:
Maquinário
Vento
Solo
Reprodução:
Sementes
Forma biológica:
Arbórea
Introdução:
em 1948, através do Serviço Florestal do Estado de São Paulo, foram
introduzidas, para ensaios, as espécies americanas conhecidas nas origens
como "pinheiros amarelos" que incluem P. palustris, P.
echinata, P. elliottii e P. taeda. Dentre essas, as duas
últimas se destacaram pela facilidade nos tratos culturais, rápido crescimento
e reprodução intensa no Sul e Sudeste do Brasil. Desde então um grande número
de espécies continuou sendo introduzido e estabelecido em experimentos no
campo por agências do governo e empresas privadas, visando ao estabelecimento
de plantios comerciais. A diversidade de espécies e raças geográficas testadas,
provenientes não só dos Estados Unidos mas também do México, da América Central,
das ilhas caribenhas e da Ásia foi fundamental para que se pudesse traçar
um perfil das características de desenvolvimento de cada espécie para viabilizar
plantios comerciais nos mais variados sítios ecológicos existentes no país.
Causa da introdução:
Forma: Local:
Data:
Por interesse florestal
Voluntária São Paulo
1948
Uso econômico:
Principal espécie plantada para fins comerciais no sul do Brasil.
Suas principais finalidades são madeira (móveis, celulose, laminação, compensados
etc.) e resina (terebentina)
Impactos ecológicos:
Na região da Estepe, quaisquer
das espécies florestais utilizadas representa a total substituição da vegetação
original,pois as espécies da Estepe são essencialmente heliófilas e o estabelecimento
de plantas de porte arbóreo inviabiliza sua permanência no sistema. Já em
ambientes originalmente florestais, tendem a permanecer algumas espécies do
sub-bosque e do estrato dominado em povoamentos de Pinus spp. tendem
a ser estritamente monoespecíficos, impedindo a instalação de outras formas
de vegetação (com exceções para outras regiões). Aumentam a acidez do solo.
Impacto econômico:
Perda de áreas de campo, com impacto no turismo da região.
Requer controle de dispersão.
Impactos sociais e culturais:
Perda de valores culturais associados às paisagens naturais.
Prevenção:
Espécies que possuem sementes dispersas pelo vento (anemocóricas)
são muito difíceis de controlar após o estabelecimento pois o vento pode propagar
suas sementes por centenas e até milhares de metros portanto, o melhor a ser
feito é não plantar a espécie mas caso isso ocorra, deve-se plantar uma linha
de árvores quebra-vento ao redor do talhão para que o vento entre com menos
intensidade, fazendo com que as sementes não sejão dispersadas
para fora dele.
Controle mecânico:
Tecnicamente, a erradicação de Pinus taeda não é uma
tarefa complicada, pois, apesar de se dispersar com rapidez e facilidade,
as árvores não rebrotam após o corte. O fomento ao uso da espécie no país
carece de medidas adequadas de controle da dispersão de plântulas, devendo
ser regulamentado para esse fim. O uso da espécie deve ser destinado exclusivamente
a finalidades de produção comercial, cessando o uso ornamental, de paisagismo
rodoviário ou de sombreamento. Outras espécies mais adequadas a essas finalidades
podem ser facilmente encontradas para os distintos ecossistemas. A retirada
de plantas invasoras deve ocorrer em sentido crescente, ou seja, a partir
das árvores menores e mais distantes até que se alcance as árvores mais velhas,
eliminando, desta forma, todas as árvores e plântulas.
Controle químico:
TODO PROCESSO DE CONTROLE
DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE
A fim de evitar impactos da queda das árvores
sobre eventual sub-bosque já existente emprega-se técnicas de corte com queda
direcionada, com auxílio de cabos de aço ou ferramentas. Ainda, pode-se praticar
o anelamento na base do tronco ou controle químico sob forma de glifosato
diluído em água a 2% aplicado com pincel na área anelada, na base do tronco.
É importantíssimo que se planeje e faça monitoramento da regeneração do banco
de sementes, com ações anuais de remoção de novas plântulas, para evitar o
retorno da invasão e a frustração das expectativas de solução do problema.
Controle biológico:
Não é necessário.
Área de distribuição onde a espécie é nativa:
América do Norte, Sudeste dos Estados Unidos.
Ambiente natural:
Florestas temperadas.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Ao longo da rodovia BR-282
Referência geográfica: Datum: Fuso: Coordenadas X: Y:
SAD 1969 22 703387 6932215
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Beira da estrada, trecho Santo Amaro da Imperatriz - Lages
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Município / Estado:
Balsa Nova / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Campos e beira de estradas
Área de invasão:
Ambiente:
Refúgios Vegetacionais
Localidade:
Parque Estadual do Pico Paraná, Área de Relevante Interesse Turístico
do Marumbi, Serra do Ibitiraquire
Município / Estado:
Campina Grande do Sul / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Os refúgios vegetacionais altomontanos (campos de altitute) da Serra
do Ibitiraquire estão sendo tomados pela invasão de árvores do gênero Pinus
cujas sementes são oriundas de plantios ornamentais e comerciais no pé da
serra. Os principais morros afetados
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Ocorrências em todo o Município
Município / Estado:
Campo Largo / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Há focos de invasão em áreas degradadas, beira de estradas, campos
naturais e florestas
ciliares.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Município / Estado:
Curitiba / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Áreas degradadas e beira de estradas
Área de invasão:
Ambiente:
Savana Gramíneo-Lenhosa
Localidade:
Parque Estadual do Cerrado
Município / Estado:
Jaguariaíva / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Parque Estadual do Monge
Município / Estado:
Lapa / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Existem dentro do Parque plantios remanescentes estabelecidos para
fins experimentais, a partir dos quais ocorre invasão.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Aluvial
Localidade:
Parque Estadual do Monge
Município / Estado:
Lapa / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Existem dentro do Parque plantios remanescentes estabelecidos para
fins experimentais, a partir dos quais ocorre invasão.
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Localidade:
Parque Estadual do Monge
Município / Estado:
Lapa / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Existem dentro do Parque plantios remanescentes estabelecidos para
fins experimentais, a partir dos quais ocorre invasão.
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Município / Estado:
Palmeira / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Campos e beira de estradas
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Município / Estado:
Ponta Grossa / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Campos e beira de estradas
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Parque Estadual de Vila Velha
Município / Estado:
Ponta Grossa / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Campos e beira de estradas
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Parque Estadual da Serra da Baitaca
Município / Estado:
Quatro Barras / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Encosta dos morros Anhangava e Pão de Ló.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Sítio do Cauê
Município / Estado:
Quatro Barras / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
A espécie está presente em diversos locais do sítio, sempre na bordadura
de floresta, beira de estrada. De acordo com o proprietário, a espécie está
invadindo o sítio a partir de um plantio na fazenda ao lado. Atualmente, são
encontrados indivíduos de diversas idades, desde adultos até regeneração.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Ao longo da rodovia BR-101
Município / Estado:
São José dos Pinhais / Paraná
Referência geográfica: Datum: Fuso: Coordenadas X: Y:
SAD 1969 22 687854 7150595
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Beira da estrada, trecho Curitiba - Joinville
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Posto de pesagem BR-101
Município / Estado:
São José dos Pinhais / Paraná
Referência geográfica: Datum: Fuso: Coordenadas X: Y:
SAD 1969 22 688354 7142257
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Beira da estrada, trecho Curitiba - Joinville
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Localidade:
Parque Estadual do Guartelá
Município / Estado:
Tibagi / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Campos e beira de estradas
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Fluvial (Comunidades Aluviais)
Município / Estado:
União da Vitória / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Várzea do Rio Iguaçu
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Mista Montana
Município / Estado:
União da Vitória / Paraná
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Áreas degradadas e beira de estradas
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)
Localidade:
Parque Nacional de Jurubatiba
Município / Estado:
Macaé / Rio de Janeiro
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Localidade:
Campos de Cima da Serra
Município / Estado:
Bom Jesus / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Localidade:
Campos de Cima da Serra
Município / Estado:
Cambará do Sul / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)
Localidade:
Parque Nacional da Lagoa do Peixe
Município / Estado:
Mostardas / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Fluvial (Comunidades Aluviais)
Localidade:
Floresta Nacional de São Francisco de Paula, Rincão dos Kroeff
Município / Estado:
São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Áreas desmatadas em estágio de regeneração
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Localidade:
Campos de Cima da Serra
Município / Estado:
São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Estepe Gramíneo-Lenhosa
Localidade:
Floresta Nacional de São Francisco de Paula, Rincão dos Kroeff
Município / Estado:
São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul
Situação populacional: