Nome Científico:        Pinus elliottii

Reino: Plantae

Phylum: Coniferophyta

Classe: Pinopsida

Ordem: Pinales

Família: Pinaceae

Pinus elliottii L..

Sinônimos:                                       Autor:                                       Data:

Pinus taeda var. heterophylla           Elliott

Pinus heterophylla                              (Elliott) Sudworth

Nome comum:                                                     Idioma:

pinus                                                                         Português

pinheiro-americano                                                  Português

slash pine                                                                 Inglês

Descrição morfofisiológica:

Árvore que pode atingir 30 metros de altura. Casca sulcada e acinzentada em indivíduos jovens e marrom-avermelhada em indivíduos adultos. Acículas reunidas em grupos de 2 ou 3 (com 21 a 36 cm de comprimento), de cor verde-brilhante e com a margem finamente serrilhada. Produzidos no início da primavera, os estróbilos masculinos concentram-se na extremidade de brotos jovens e os estróbilos femininos são pedunculados, em grupos de 2 a 4, raramente 6, a princípio eretos, depois, horizontais e finalmente voltados para baixo, ovais ou cilíndricos, comumente 12 a 15 cm de comprimento. Sementes triangulares, de 5 a 7 mm de comprimento, pretas e aladas.Pinus elliottii é um simbionte obrigatório de um basidiomiceto que forma micorrizas. Essa micorriza tem maior chance de se estabelecer em solos ácidos e distróficos. A associação entre o fungo e as raízes da planta facilita o estabelecimento de P. elliottii em solos pobres, onde a micorriza auxilia a captação de água e nutrientes pela árvore, enquanto recebe carboidratos da mesma (Mahmoud, 2003).

Dispersão:

Anemocórica

Rota de dispersão:

Uso florestal

Uso ornamental

Vetor de Dispersão:

Maquinário

Vento

Solo

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Arbórea

Introdução:

em 1948, através do Serviço Florestal do Estado de São Paulo, foram introduzidas, para ensaios, as espécies americanas conhecidas nas origens como "pinheiros amarelos" que incluem P. palustris, P. echinata, P. elliottii e P. taeda. Dentre essas, as duas últimas se destacaram pela facilidade nos tratos culturais, rápido crescimento e reprodução intensa no Sul e Sudeste do Brasil. Desde então um grande número de espécies continuou sendo introduzido e estabelecido em experimentos no campo por agências do governo e empresas privadas, visando ao estabelecimento de plantios comerciais. A diversidade de espécies e raças geográficas testadas, provenientes não só dos Estados Unidos mas também do México, da América Central, das ilhas caribenhas e da Ásia foi fundamental para que se pudesse traçar um perfil das características de desenvolvimento de cada espécie para viabilizar plantios comerciais nos mais variados sítios ecológicos existentes no país.

 

Causa da introdução:                                      Forma:             Local:                                 Data:

Por interesse florestal                                       Voluntária          São Paulo                               1948

Uso econômico:

Principal espécie plantada para fins comerciais no sul do Brasil. Suas principais finalidades são madeira (móveis, celulose, laminação, compensados etc.), celulose de fibra longa e resina (terebentina).

Impactos ecológicos:

Na região da Estepe,  quaisquer das espécies florestais utilizadas representa a total substituição da vegetação original, pois as espécies da Estepe são essencialmente heliófilas e o estabelecimento de plantas de porte arbóreo inviabiliza sua permanência no sistema. Já em ambientes originalmente florestais, tendem a permanecer algumas espécies do sub-bosque e do estrato dominado em povoamentos de Pinus spp. Tendem a ser estritamente monoespecíficos, impedindo a instalação de outras formas de vegetação (com exceções para outras regiões). Aumentam a acidez do solo. Transformação de ecossistemas abertos (campos, restingas etc) em ecossistemas fechados (florestal), com perda de biodiversidade por sombreamento, o que leva à exposição do solo e conseqüente erosão e assoreamento de cursos d’água, com impactos sobre a fauna aquática. Alteração do regime hídrico em ecossistemas abertos, onde substitui vegetação de pequeno porte. Deposição de serapilheira de lenta decomposição dificulta a germinação de espécies nativas. Nos campos de altitude da serra do mar a espécie causa sombreamento que impede o desenvolvimento das espécies nativas e endêmicas em alguns casos como o da insetívora "Drosera montana" e da arbórea "Tabebuia catarinensis". A ainda o fato de que as árvores de pinus podem afetar profundamente o regime hídrico do ambiente.

Impacto econômico:

Perda de áreas de campo, redução de valores cênicos para fins de ecoturismo e lazer ecológico. Requer gastos com controle dos indivíduos invasores e controle de dispersão.

Impactos sociais e culturais:

Alteração da paisagem e de valores culturais associados.

Prevenção:

Espécies que possuem sementes dispersas pelo vento (anemocóricas) são muito difíceis de controlar após o estabelecimento pois o vento pode propagar suas sementes por centenas e até milhares de metros portanto, o melhor a ser feito é não plantar a espécie mas caso isso ocorra, deve-se plantar uma linha de árvores quebra-vento ao redor do talhão para que o vento entre com menos intensidade, fazendo com que as sementes não sejam dispersadas para fora dele.

Controle mecânico:

Tecnicamente, a erradicação de Pinus elliottii não é uma tarefa complicada, pois, apesar de se dispersar com rapidez e facilidade, as árvores não rebrotam após o corte. O fomento ao uso da espécie no país carece de medidas adequadas de controle da dispersão de plântulas, devendo ser regulamentado para esse fim. O uso da espécie deve ser destinado exclusivamente a finalidades de produção comercial, cessando o uso ornamental, de paisagismo rodoviário ou de sombreamento. Outras espécies mais adequadas a essas finalidades podem ser facilmente encontradas para os distintos ecossistemas. A retirada de plantas invasoras deve ocorrer em sentido crescente, ou seja, a partir das árvores menores e mais distantes até que se alcance as árvores mais velhas, eliminando, desta forma, todas as árvores e plântulas.

Controle químico:

              TODO PROCESSO DE CONTROLE DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE

                  SEGURANÇA E, NO CASO DE USO DE PRODUTOS QUÍMICOS, SEGUINDO A

           ORIENTAÇÃO DO FABRICANTE E OBSERVANDO CUIDADOS PARA EVITAR IMPACTOS

                                                          AMBIENTAIS PARALELOS.

A fim de evitar impactos da queda das árvores sobre eventual sub-bosque já existente emprega-se técnicas de corte com queda direcionada, com auxílio de cabos de aço ou ferramentas. Ainda, pode-se praticar o anelamento na base do tronco ou controle químico sob forma de glifosato diluído em água a 2% aplicado com pincel na área anelada, na base do tronco. É importantíssimo que se planeje e faça monitoramento da regeneração do banco de sementes, com ações anuais de remoção de novas plântulas, para evitar o retorno da invasão e a frustração das expectativas de solução do problema.

Controle biológico:

Não é necessário.

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Espécie é originária da América do Norte, ocorrendo naturalmente na costa leste dos

Ambiente natural:

Florestas temperadas.

Ambientes preferenciais para invasão:

Invasora em ecossistemas abertos como campos e cerrados, assim como de áreas degradadas, pastagens e áreas agrícolas. Em menor intensidade, pode invadir clareiras em ambientes florestais ou áreas florestais em fase sucessional inicial.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa

Localidade:

Parque Municipal Fonte Grande

Município / Estado:

Vitória / Espírito Santo

Situação populacional:

Estabelecida

Área de invasão:

Ambiente:

Áreas de Tensão Ecológica - Floresta Ombrófila - Floresta Estacional

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Poços de Caldas / Minas Gerais

Situação populacional:

Invasora


Área de invasão:

Ambiente:

Savana Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Parque Nacional da Serra da Canastra

Município / Estado:

São Roque de Minas / Minas Gerais

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                 SAD 1969                          300091                         7772489

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Próximo a portaria 3 que da acesso à Sacramento. Ocorrência restrita à área vizinha da RESA.

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Distrito do Bugre

Município / Estado:

Balsa Nova / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invasão estabelecida em áreas de mineração abandonadas. Árvores muito estressadas em função do substrato rochoso (filito).

Área de invasão:

Ambiente:

Refúgios Vegetacionais

Localidade:

Parque Estadual do Pico Paraná, Área de Relevante Interesse Turístico do Marumbi, Serra do Ibitiraquire

Município / Estado:

Campina Grande do Sul / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Os refúgios vegetacionais altomontanos (campos de altitute) da Serra do Ibitiraquire estão sendo tomados pela invasão de árvores do gênero Pinus cujas sementes são oriundas de plantios ornamentais e comerciais no pé da serra. Os principais morros afetados não Camacuã, Camapuã e Tucum porém, os morros Itapiroca, Getúlio, Ferraria também já estão invadidos. Os principais impsctos causados são perda de biodiversidade endêmica dos campos de altitude, alteração do regime hídrico da região, perda de valor cênico e cultural associados aos ambientes de montanha e perda de valor turistico da região.


Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Ocorrências em todo o município

Município / Estado:

Campo Largo / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas degradadas, beira de estradas, campos nativos e florestas ciliares.

Área de invasão:

Ambiente:

Savana Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Parque Estadual do Cerrado

Município / Estado:

Jaguariaíva / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Parque Estadual do Monge

Município / Estado:

Lapa / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Existem dentro do Parque plantios remanescentes estabelecidos para fins experimentais, a partir dos quais ocorre invasão.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Parque Estadual do Monge

Município / Estado:

Lapa / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Existem dentro do Parque plantios remanescentes estabelecidos para fins experimentais, a partir dos quais ocorre invasão.


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Aluvial

Localidade:

Parque Estadual do Monge

Município / Estado:

Lapa / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Existem dentro do Parque plantios remanescentes estabelecidos para fins experimentais, a partir dos quais ocorre invasão.

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Palmeira / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Campos e beira de estradas.

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Em diversas propriedades rurais do município

Município / Estado:

Ponta Grossa / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Campos e beira de estradas.


Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Parque Estadual de Vila Velha

Município / Estado:

Ponta Grossa / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Campos e beira de estradas

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Alto-Montana

Localidade:

Parque Estadual da Serra da Baitaca

Município / Estado:

Quatro Barras / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Área de vegetação secundária, capoeirinha, incendiada pela última vez em 1985, cerca de 100 ha. Causa da invasão reflorestamento da antiga empresa Fiat Lux nas imediações, a cerca de 5 km.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Montana

Localidade:

Estrada da Graciosa, entorno do Parque Estadual da Serra da Baitaca

Município / Estado:

Quatro Barras / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invasão estabelecida em áreas de mineração abandonadas. Árvores muito estressadas em função do substrato rochoso.


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Parque Estadual da Serra da Baitaca

Município / Estado:

Quatro Barras / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invasão estabelecida em áreas de mineração abandonadas. Árvores muito estressadas em função do substrato rochoso.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Parque Municipal São Luís de Tolosa

Município / Estado:

Rio Negro / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invasão em áreas desmatadas a partir de plantio vizinho

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Posto de pesagem BR-101

Município / Estado:

São José dos Pinhais / Paraná

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                 SAD 1969   22                   688354                         7142257

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Beira da estrada, trecho Curitiba - Joinville


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Ao longo da rodovia BR-101

Município / Estado:

São José dos Pinhais / Paraná

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                 SAD 1969   22                   687854                         7150595

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Beira da estrada, trecho Curitiba - Joinville

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Parque Estadual do Guartelá

Município / Estado:

Tibagi / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Campos e beira de estradas

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Parque Estadual do Guartelá

Município / Estado:

Tibagi / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invasão a partir de plantios comerciais no entorno. Um talhão de pinus foi removido do Parque em 2000.


Área de invasão:

Ambiente:

Refúgios Vegetacionais

Localidade:

Encostas da Serra do PÁrea de Proteção Ambientalnduva

Município / Estado:

Tijucas do Sul / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Vários indivíduos jovens colonizando principalmente os campos de altitude do morro Araçatuba, oriundos de propágulos de povoamento comercial nos arredores.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista

Localidade:

Encostas da Serra do PÁrea de Proteção Ambientalnduva

Município / Estado:

Tijucas do Sul / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Vários indivíduos jovens colonizando principalmente os campos de altitude do morro Araçatuba, oriundos de propágulos de povoamento comercial nos arredores.

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Fluvial (Comunidades Aluviais)

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

União da Vitória / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Várzea do Rio Iguaçu


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

União da Vitória / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas degradadas e beira de estradas.

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Nacional de Jurubatiba

Município / Estado:

Macaé / Rio de Janeiro

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa

Localidade:

Áreas de morro

Município / Estado:

Rio de Janeiro / Rio de Janeiro

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Ocupa o espaço de espécies nativas impedindo a regeneração das outras espécies.

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Nacional da Lagoa do Peixe

Município / Estado:

Mostardas / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora


Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Estrada para Praia do Laranjal, loteamento Las Acacias

Município / Estado:

Pelotas / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invasão sobre vegetação rasteira, junto com Acacia trinervis; caminhando para área de dunas com vegetação arbórea baixa de restinga

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Fluvial (Comunidades Aluviais)

Localidade:

Floresta Nacional de São Francisco de Paula, Rincão dos Kroeff

Município / Estado:

São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas desmatadas em estágio de regeneração

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Floresta Nacional de São Francisco de Paula, Rincão dos Kroeff

Município / Estado:

São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas úmidas invadidas a partir de plantios comerciais da FLONA (230 ha de Pinus)


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Parque Municipal das Cachoeiras

Município / Estado:

São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Plantado com um pouco de invasão.

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Floresta Nacional de São Francisco de Paula, Rincão dos Kroeff

Município / Estado:

São Francisco de Paula / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Campos invadidos a partir de plantios comerciais da FLONA (230 ha de Pinus)

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Nacional da Lagoa do Peixe

Município / Estado:

Tavares / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Torres / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Invasão em áreas de dunas e restingas, com sementes oriundas de plantios comerciais


Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Estadual de Itapuã

Município / Estado:

Viamão / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Ambiente de restinga; talhões fonte dentro do Parque

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa

Localidade:

Reserva Biológica do Sassafrás

Município / Estado:

Benedito Novo / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Indeterminado

Localidade:

Parque Estadual do Rio Canoas

Município / Estado:

Campos Novos / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa

Localidade:

Reserva Biológica do Sassafrás

Município / Estado:

Doutor Pedrinho / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora


Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Unidade de Conservação Ambiental do Desterro

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Topos de morro

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Florestal do Rio Vermelho

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Com quase 500ha de talhões de Pinus e aproximadamente 150ha de dunas e restingas invadidas

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Praia Mole

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas degradadas e beira de estradas


Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Praia do Moçambique

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas abertas e de vegetação herbáceo-arbustiva

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas

Localidade:

Aeroporto Hercílio Luz

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas abertas ao longo das pistas de pouso

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Campeche

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Vegetação herbáceo-arbustiva


Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Municipal das Dunas, Lagoa da Conceição

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Dunas e restingas

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Estação Ecológica dos Carijós

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Vegetação secundária

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Parque Estadual da Serra do Tabuleiro

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Com 20ha de plantios na área continental contamina restinga do sul da ilha de Santa Catarina, além de restingas e áreas de campos rupestres na área continental


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas

Localidade:

Parque Ecológico do Córrego Grande

Município / Estado:

Florianópolis / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Vegetação secundária

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Parque Botânico do Morro do Baú

Município / Estado:

Ilhota / Santa Catarina

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                                                           48º 55' 33''                  26° 47' 10''

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa Submontana

Localidade:

Parque Botânico do Morro do Baú

Município / Estado:

Luiz Alves / Santa Catarina

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                                                           48º 57' 25''                  26° 50' 15''

Situação populacional:

Invasora


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Porto União / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Áreas degradadas e beira de estradas

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Fluvial (Comunidades Aluviais)

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Porto União / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Várzea do Rio Iguaçu

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista Montana

Localidade:

Ao longo da rodovia BR-282

Município / Estado:

Santo Amaro da Imperatriz / Santa Catarina

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                 SAD 1969   22                   703387                         6932215

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Beira da estrada, trecho Santo Amaro da Imperatriz - Lages


Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Fazenda Condomínio Campo Comprido (Campo dos Padres)

Município / Estado:

Urubici / Santa Catarina

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Propirietários particulares que plantaram e está disseminada, de mudas ainda, pela região no entorno. O Campo dos Padres é um enorme platô isolado a mais de 1.600 m de altitude e lugar da nascente do principal formador do rio Uruguai, o rio Canoas. São remanescentes de campos de altitude com florestas de Araucárias.

Área de invasão:

Ambiente:

Savana (Cerrado)

Localidade:

Floresta Estadual de Assis

Município / Estado:

Assis / São Paulo

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Savana (Cerrado)

Localidade:

Estação Ecológica de Itirapina

Município / Estado:

Brotas / São Paulo

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                 SAD 1969                          47º 49'                         22º 15'

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

A Estação Ecológica de Itirapina possui cerca de 2500 há de área, formada principalmente por remanescentes de campo cerrado e campo sujo (uma das últimas áreas nativas com esse tipo de vegetação no estado). A Estação Ecológica faz divisa com eucaliptais da Ripasa, com a represa do Lobo (Broa) e com a Estação Experimental de Itirapina, com 3000 há de talhões de Pinus eliottii. Uma boa parte da Estação Ecológica está infestada de pinus, em alguns pontos distantes 3 ou 4 km dos talhões. A administração da Estação (Instituto Florestal) vem realizando desde o ano passado um programa de erradicação dos pinheiros, através do corte das árvores e brotos, mas a falta de verbas atrasou a conclusão da operação. Outro problema é que boa parte da área vira um brejo na estação chuvosa, principalmente onde estão as maiores infestações, o que dificulta o acesso e a operação. A braquiária também causa problemas no local, ela invade a estação a partir dos aceiros feitos anualmente para combater as queimadas. As laterais já está todas tomadas por este capim.


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Mista

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Campos do Jordão / São Paulo

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Beiras de estrada, topos de morro, restingas, campos de altitude, campos naturais, florestas secundárias

Área de invasão:

Ambiente:

A verificar

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Capão Bonito / São Paulo

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Beiras de estrada, topos de morro, restingas, campos de altitude, campos naturais e florestas secundárias

Área de invasão:

Ambiente:

Áreas de Tensão Ecológica - Savana - Floresta Ombrófila

Localidade:

Vale do Ribeira

Município / Estado:

Iporanga / São Paulo

Situação populacional:

Invasora


Área de invasão:

Ambiente:

Savana (Cerrado)

Localidade:

Estação Ecológica de Itirapina

Município / Estado:

Itirapina / São Paulo

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                                                           47º 55'                         22º 12'

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

A Estação Ecológica de Itirapina possui cerca de 2500 há de área, formada principalmente por remanescentes de campo cerrado e campo sujo (uma das últimas áreas nativas com esse tipo de vegetação no estado). A Estação Ecológica faz divisa com eucaliptais da Ripasa, com a represa do Lobo (Broa) e com a Estação Experimental de Itirapina, com 3000 há de talhões de Pinus eliottii. Uma boa parte da Estação Ecológica está infestada de pinus, em alguns pontos distantes 3 ou 4 km dos talhões. A administração da Estação (Instituto Florestal) vem realizando desde o ano passado um programa de erradicação dos pinheiros, através do corte das árvores e brotos, mas a falta de verbas atrasou a conclusão da operação. Outro problema é que boa parte da área vira um brejo na estação chuvosa, principalmente onde estão as maiores infestações, o que dificulta o acesso e a operação. A braquiária também causa problemas no local, ela invade a estação a partir dos aceiros feitos anualmente para combater as queimadas. As laterais já está todas tomadas por este capim.

Área de invasão:

Ambiente:

Savana (Cerrado)

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Paraguaçu Paulista / São Paulo

Situação populacional:

Estabelecida

Bibliografia:

Rosa, A O, Comparação da diversidade de mamíferos não-voadores em áreas de floresta de restinga e áreas reflorestadas com Pinus elliottii no sul do Brasil, São Leopoldo, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 2002, Dissertação de mestrado,

http://www.anchietano.unisinos.br/textos/rosa_02.pdf

Mahmoud, A G E; Virillo, C B; Ribeiro, D B; Alcantara, S F, Invasão de "Pinus elliottii" em um fragmento de Cerrado em Itirapina - SP, Campinas - São Paulo, Universidade Estadual de Campinas, 2003, Artigo,
http://www.ib.unicamp.br/profs/fsantos/relatorios/bt791r2a2003.pdf

Richardson, D M (ed.), Ecology and Biogeography of Pinus, 1, África do Sul, Cambridge University Press, 1998, Livro

de Alencar, J R, Evaluación del Cambio Tecnológico em Pinus: Uma aplicación em la Región Sur de Brasil, Córdoba, España, Universidad de Córdoba, 1999, Tese de Doutorado,
http://www.eumed.net/tesis/jra/index.htm

Shimizu, J Y, Pinus na silvicultura brasileira, Portal Ambiente Brasil, 2005, Internet,
http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./florestal/index.html&conteudo=./florestal/artigos/pinus.html

de Espíndola, M B; Bechara, F C; Bazzo, M S; Reis, A, Recuperação Ambiental e contaminação biológica: aspectos ecológicos e legais, 18, Florianípolis, Santa Catarina, Revista Biotemas, 2005

Ojasti, J; Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las Especies Exóticas en Venezuela, Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, 2001


Criado em:    28/07/2005                                                                  

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

www.institutohorus.org.br

Caso tenha dados para contribuir ao levantamento nacional de espécies invasoras, escreva para

invasoras@institutohorus.org.br

Caso tenha interesse em utilizar este texto ou fotografias, por favor escreva para

contato@institutohorus.org.br