Nome Científico:        Morus nigra

Reino: Plantae

Phylum: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Urticales

Família: Moraceae

Morus nigra L..

Nome comum:                                                     Idioma:

amoreira                                                                   Português

amora-preta                                                             Português

Descrição morfofisiológica:

Árvore caducifólia, de 7-12 m de altura, com tronco revestido por casca fina, quase lisa, de cor acinzentada. Ramos mais ou menos horizontais com as extremidades algo pendentes, formando uma copa achatada em forma de guarda-chuva. Folhas simples, cartáceas, obovadas, variáveis e profundamente lobadas em indivíduos jovens e apenas de margens serreadas em plantas adultas, com nervação saliente e superfície superior brilhante, de 6-12 cm de comprimento, com pecíolo de 1-2 cm. Planta dióica, raramente monóica, com inflorescências formadas entre julho e agosto, tanto as masculinas quanto as femininas, em amentilhos pendentes e alongados (3-6 cm de comprimento), as masculinas mais finas. Os frutos são drupas compostas, cilíndricos, de superfície tuberculada, inicialmente vermelhos e pretos quando maduros, de 1-2 cm de comprimento, de polpa carnosa e agridoce.

Dispersão:

Ornitocórica

Rota de dispersão:

Comércio de mudas

Pessoas trocando recursos naturais

Uso ornamental

Reprodução:

Vegetativa

Forma biológica:

Arbórea

Causa da introdução:                                      Forma:             Local:                                 Data:

Para fins alimentares                                         Voluntária

Para fins ornamentais                                       Voluntária

Uso econômico:

Os frutos são comestíveis e utilizados para o preparo de geléias e compotas. As folhas constituem o alimento básico do bicho-da-seda em explorações comerciais. A árvore é ornamental, principalmente pelo efeito outonal de sua folhagem em regiões de clima mais ameno como no sul e sudeste do Brasil. É empregada no paisagismo e na arborização urbana.

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

China

Área de invasão:

Ambiente:

Savana (Cerrado)


Localidade:

Área de Preservação Permanente do Córrego do Óleo

Município / Estado:

Uberlândia / Minas Gerais

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Poucos exemplares presentes no entorno da represa presente na Área de Preservação Permanente.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas

Localidade:

Próximo à casa de Elídio Atanásio na praia deserta, no Parque Nacional do Superagui

Município / Estado:

Guaraqueçaba / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Espécie presente próxima da casa, repleta de frutos. Poucos indivíduos encontrados.

Área de invasão:

Ambiente:

Áreas de Tensão Ecológica - Floresta Ombrófila Densa - Floresta Ombrófila Mista

Localidade:

Em diversas comunidades do municipio

Município / Estado:

Itaperuçu / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

A amora está invadindo diversas áreas da região. Sua dispersão por pássaros facilita muito o processo de invasão. A invasão ocorre geralmente cerca de ambientes mais úmidos como em áreas alteradas.


Área de invasão:

Ambiente:

Áreas de Tensão Ecológica - Floresta Ombrófila Densa - Floresta Ombrófila Mista

Localidade:

Em diversas comunidades do municipio

Município / Estado:

Rio Branco do Sul / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

A amora está invadindo diversas áreas da região. Sua dispersão por pássaros facilita muito o processo de invasão. A invasão ocorre geralmente cerca de ambientes mais úmidos como em áreas alteradas.

Área de invasão:

Ambiente:

Áreas de Tensão Ecológica - Floresta Ombrófila Densa - Floresta Ombrófila Mista

Localidade:

Em diversas comunidades do municipio

Município / Estado:

Tunas do Paraná / Paraná

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

A amora está invadindo diversas áreas da região. Sua dispersão por pássaros facilita muito o processo de invasão. A invasão ocorre geralmente cerca de ambientes mais úmidos como em áreas alteradas.

Área de invasão:

Ambiente:

A verificar

Localidade:

Região Fisiográfica Depressão Central, Serra do Sudeste, Encosta Inferior do Nordeste

Município / Estado:

 / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Principalmente em florestas ripárias


Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Estacional Decidual Aluvial

Localidade:

Margens do rio Jacuí, Passo da Seringa

Município / Estado:

Cachoeira do Sul / Rio Grande do Sul

Referência geográfica:        Datum:       Fuso:       Coordenadas X:                          Y:

                                                                                           6670695                       0310464

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Pequeno grupo de árvores no subosque de floresta aluvial alterada.

Área de invasão:

Ambiente:

Floresta Ombrófila Densa

Localidade:

Parque Estadual da Ilha do Cardoso

Município / Estado:

Cananéia / São Paulo

Situação populacional:

Detectada em ambiente natural

Descrição da invasão:

Na porção nordeste da Ilha, no porto do João Cardoso, existe uma árvore de amora plantada.

Bibliografia:

Lorenzi, H; Souza, H M; Torres, M A V; Bacher, L B, Árvores exóticas no Brasil: madeireiras, ornamentais e aromáticas, 1, 1, São Paulo, Nova Odessa, 2003, (p.256), Livro

Ojasti, J; Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las Especies Exóticas en Venezuela, Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, 2001

  Criado em: 01/08/05

             Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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