Nome
Científico: Morus alba
Reino: Plantae
Phylum: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Urticales
Família: Moraceae
Morus alba L..
Sinônimos: Autor:
Data:
Morus alba var. tatarica (L.) Ser.
Morus tatarica
L.
Morus intermedia
Perr.
Nome comum: Idioma:
amoreira
Português
amora-branca
Português
Descrição morfofisiológica:
Árvore caducifólia, de 6-12 m de altura, com tronco cilíndrico revestido
por casaca moderadamente grossa, superficialmente sulcada, de cor cinza-escura.
Ramos horizontais formando copa globosa achatada. Folhas simples, alternas,
cartáceas, glabras em ambas as faces, com nervação saliente, de 5-10 m de
comprimento por quase a mesma largura, largo-obovadas, com margens variáveis
e profundamente lobadas nas plantas jovens e, grossamente serreadas em indivíduos
adultos, com pecíolo de 1-3 cm que exsuda um látex claro quando cortado. Flores
masculinas e femininas na mesma planta ou em plantas separadas, formadas em
setembro-outubro; as masculinas em densos amentilhos (espigas) de 1-3 cm de
comprimento e as femininas em amentilhos de 1-2 cm em curtos pedúnculos. Os
frutos são drupas compostas, globosas, de superfície tuberculosa ou rugosa,
de 1-2 cm de diâmetro, de cor branco-amarelada, doces.
Dispersão:
Ornitocórica
Rota de dispersão:
Comércio de mudas
Pessoas trocando recursos naturais
Uso ornamental
Reprodução:
Vegetativa
Forma biológica:
Arbórea
Causa da introdução:
Forma: Local:
Data:
Para fins alimentares
Voluntária
Para fins ornamentais
Voluntária
Uso econômico:
Seus frutos são comestíveis tanto "in natura" como em forma
de doces e geléias. A árvore é bastante ornamental.
Área de distribuição onde a espécie é nativa:
China
Ambientes preferenciais para invasão:
Áreas degradadas, gramados e demais locais ensolarados e de solos
bem drenados. Costuma apresentar maior risco de invasão em locais quentes.
Área de invasão:
Ambiente:
A verificar
Localidade:
Região Fisiográfica, Depressão Central, Serra do Sudeste, Encosta
Inferior do Nordeste
Município / Estado:
/ Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Principalmente em florestas ripárias
Bibliografia:
Lorenzi, H; Souza, H M; Torres, M A V; Bacher,
L B, Árvores exóticas no Brasil: madeireiras, ornamentais e aromáticas, 1,
1, São Paulo, Nova Odessa, 2003, (p.255), Livro
Ojasti,
J; Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las Especies Exóticas
en Venezuela, Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los Recursos
Naturales, 2001
Criado em: 07/28/2005
Fonte: Instituto Hórus
de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy
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