Nome Científico:        Liolaemus lutzae

Reino: Animalia

Phylum: Chordata

Classe: Reptilia

Ordem: Squamata

Família: Tropiduridae

Liolaemus lutzae (Mertens, 1938).

Nome comum:                                                     Idioma:

lagartixa-de-areia                                                    Português

Descrição morfofisiológica:

Seu tamanho varia de 60 a 80mm de comprimento, desconsiderando-se a cauda,  quando adulto. A temperatura média corporal do Liolaemus lutzae é  de 33,9 graus Celsius ( com um desvio de 2,6 graus). Representantes jovens da espécie apresentam dieta rica em artrópodos (incluindo besouros, formigas, aranhas e principalmente larvas), folhas e flores de algumas plantas. Os adultos da espécie alimentam-se primordialmente de material vegetal. O ciclo reprodutivo vai de setembro a novembro. A fêmea deposita até 4 ovos por vez, e pode ter até 3 ninhadas por ciclo.

Reprodução:

Sexuada

Forma biológica:

Réptil

Lagarto

Dieta:

Herbívoro

Onívoro

Introdução:

Introduzida visando a criação ex-situ para aumentar a população da espécie, que é ameaçda de extinção do

estado do Rio de Janeiro.

Causa da introdução:                                      Forma:             Local:                                 Data:

Para fins de pesquisa                                        Voluntária          Presidente Kennedy -

                                                                                                     Espírito Santo

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Rio de Janeiro

Ambiente natural:

Restinga - formações pioneiras de influência marinha.

Ambientes preferenciais para invasão:

Restinga

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Praia das Neves

Município / Estado:

Presidente Kennedy / Espírito Santo

Situação populacional:


Invasora

Bibliografia:

Teixeira, Pedro Filho, Lagartixa da areia Liolaemus lutzae, Maricá - RJ, 2000, internet,

http://www.marica.com.br/museu/fichazoolargar.htm

Criado em:    07/28/2005                                                                  

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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