Nome
Científico: Ligustrum japonicum
Reino: Plantae
Phyllum: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Scrophulariales
Família: Oleaceae
Ligustrum japonicum Thunb..
Sinônimos: Autor: Data:
Ligustrum bullatum hort.
Ligustrum glabrum Hort.
Ligustrum kellerianum Vis.
Ligustrum roxburghii Blume
Ligustrum sceboldii Flort
Ligustrum syringaeflorum Hort.
Nome comum: Idioma:
alfeneiro Português
ligustro Português
tree privet Inglês
Descrição morfofisiologica:
É um arbusto
vigoroso, com folhas largas, oblongo-ovaladas, coriáceas, inteiras,
acuminadas, verde-escuras, persistentes. As
flores são brancas e reunidas em panículas,
odoríferas. Os frutos são bagas
pequenas, ou drupas.
Dispersão:
Zoocórica
Rota de dispersão:
Uso
ornamental
Vetor de Dispersão:
Animal vetor
Reprodução:
Sementes
Vegetativa
Forma biológica:
Arbórea
Causa da
introdução: Forma: Local: Data:
Para fins
ornamentais Voluntária
Uso econômico:
Ornamentação
Impacto na saúde:
Frutos e
folhas são tóxicos.
Análise de risco:
.
Prevenção:
.
Controle mecânico:
É
recomendado apenas para plantas pequenas e isoladas. Pode ser realizado com a
retirada
da planta juntamente com a raiz ou com
sucessivos cortes das rebrotas que atingirem 30cm
de comprimento até a exaustão
e morte da planta.
Controle químico:
TODO PROCESSO
DE CONTROLE DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE
SEGURANÇA
E, NO CASO DE USO DE PRODUTOS QUÍMICOS, SEGUINDO A
ORIENTAÇÃO
DO FABRICANTE E OBSERVANDO CUIDADOS PARA EVITAR IMPACTOS
AMBIENTAIS
PARALELOS.
O tratamento
foliar de plantas em crescimento é feito com herbicida glifosato,
triclopyr ou
metsulfuron no início da primavera ou
final do outono em baixas concentrações (1-2%). O uso
de metsulfuron
deu bons resultados em aplicação foliar sobre plantas em
crescimento ativo
numa proporção de 5 gramas por
10 litros de água. Realize aspersão a ponto de molhar a
folhagem, mas tenha cuidado para
não fazer escorrimento (Motooka et al., 2002).Em caso de
remoção das árvores para uso ou venda
da madeira, o controle químico é fundamental e
precisa ser realizado no momento do
corte. É necessária a aplicação direta de herbicida
nos
tocos para evitar a geração de
rebrotas, que em geral dificultam e oneram o controle
posterior. Para tanto, o herbicida precisa
ser aplicado imediatamente após o corte, em
questão de segundos, para ter maior
eficiência. Trate tocos recém-cortados, para evitar
rebrotas, com triclopyr a 10% (Chris
Zimmer, HAVO – PIER).O tratamento basal na casca de
caules até 1 centímetro de
diâmetro é efetivo com uso de triclopyr éster
diluído a 20% em
óleo. Troncos maiores precisam ser
escarificados ou perfurados para aplicação do produto. Se
ainda assim
houver rebrotas, estas devem ser eliminadas a cada vez que atingirem 15 a 30
cm de altura
através de pulverização nas folhas, com glifosato
diluído em água a 2%. A
aplicação deve ser realizada com
equipamento de segurança, com pulverizador de bom
desempenho e precisão, sem
vazamentos, e em dias sem vento para evitar impactos paralelos
sobre outras
espécies, solo ou água. O tratamento precisa ser repetido cada
vez que as
rebrotas atingirem a altura indicada.
Controle biológico:
.
Área de distribuição
onde a espécie é nativa:
Japão,
Taiwan e Coréia.
Ambiente natural:
Florestas
Ambientes preferenciais para
invasão:
Florestas,
áreas alteradas, terrenos baldios.
Localidades onde a espécie é
invasora:
África
do Sul, Estados Unidos, Porto Rico e Havaí.
Referência Bibliografica:
Löfgren,
A, Notas sobre as plantas exóticas introduzidas no estado de são
Paulo, 1, São
Paulo, Sec.
Da Agric., Comércio e Obras Públicas de
SP, 1903, (p.128), Livro
Ojasti, J;
Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las
Especies Exóticas en
Venezuela,
Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los
Recursos Naturales, 2001
Miller, J H, Nonnative Invasive Plants of Southern
Forests, Aubum University, USDA Forest
Service, 2003
Henderson, L, Alien Weeds and Invasive Plants - A complete
guide to declared weeds and
invaders in South Africa, África
do Sul, Agricultural Research Council, 2001, (p.180),
Plant
Protection Research Institute
Handbook nº 12
Criado em: 8/13/2009
Fonte:
Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental
/ The Nature Conservancy
www.institutohorus.org.br
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