Nome Científico:        Chrysanthemum myconis

Reino: Plantae

Phylum: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Asterales

Família: Asteraceae

Chrysanthemum myconis L..

Sinônimos:                                       Autor:                                       Data:

Coleostephus myconis                       (L.) Cass.

Pyrethrum myconis                           (L.) Moench

Nome comum:                                                     Idioma:

mal-me-quer                                                            Português

mal-me-quer-amarelo                                              Português

cravo-de defunto                                                    Português

Descrição morfofisiológica:

Planta perene, ereta, pouco ramificada, de 30 - 50 cm de altura, com diversos caules formados à partir de curtos rizomas.

Dispersão:

Anemocórica

Rota de dispersão:

Uso ornamental

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Herbácea

Causa da introdução:                                      Forma:             Local:                                 Data:

Para fins ornamentais                                       Voluntária

Uso econômico:

Planta ornamental muito utilizada em paisagismo.

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Região mediterrânea.

Ambientes preferenciais para invasão:

Tolerante a geada, invade terrenos baldios, pastagens, hortas e beira de estradas. Prefere solos modificados, bem drenados e com boa insolação.

Área de invasão:

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Tavares / Paraíba

Situação populacional:

Invasora

 

Área de invasão:

Ambiente:

A verificar

Localidade:

Região Fisiográfica Depressão Central, Serra do Sudeste, Encosta Inferior do Nordeste

Município / Estado:

 / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Bibliografia:

Lorenzi, H, Plantas Daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas, 3, São Paulo, Nova Odessa, 2000, (p.141), Livro

Criado em:    12/28/2004                                                                  

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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