Nome
Científico: Canis familiaris
Reino: Animalia
Phylum: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Canis familiaris Linnaeus, 1758.
Sinônimos: Autor:
Data:
Canis dingo Blumenbach
1780
Nome comum: Idioma:
cão
Português
cachorro
Português
domestic
dog
Inglês
Haushund
Alemão
Descrição morfofisiológica:
Os cães domesticados apresentam as mesmas características básicas
do lobo, seu ancestral selvagem. Por serem carnívoros, apresentam caninos
grandes para facilitar na captura de presas, e os pós-caninos são especializados
para rasgar o alimento. Devido ao cruzamento seletivo feito no decorrer dos
séculos, existe grande variedade de raças de cães domésticos com tamanhos,
pelagem, atributos físicos e utilidades variadas. Assim sendo, o peso médio
de cães domésticos varia de aproximadamente 1 kg até aproximadamente 70 kg.
Assim como seus ancestrais Canis lupus, cães são animais que vivem em matilhas
com organização social bem complexa que determina a posição do animal numa
hierarquia e também o temperamento do cão. A dieta varia de acordo com a idade
do animal. A dieta de um filhote requer grandes quantidades de proteína e
alto nível calórico para garantir o crescimento. Cães adultos podem ficar
sem comer por vários dias sem morrer, perdendo 30 - 40 % de seu peso. Dependendo
do modo como são tratados, cães domésticos podem viver até 12 anos. A reprodução
de cães domésticos é geralmente manipulada por seres humanos. Cães domésticos
ferais competem entre si pela aceitação da fêmea. Em alguns casos, há um casal
dominante chamado de alfa que reproduzem. Outros membros da matilha auxiliam
nos cuidados dos filhotes desse casal. A gestação de cães domésticos é de
aproximadamente 9 semanas, após as quais nascem de 1 a várias dúzias de filhotes,
dependendo da raça e das condições nutricinais da mãe. O tamanho médio de
uma ninhada é de 3 a 9 filhotes. As fêmeas cuidam de seus filhotes até a 8ª
semana de vida quando esses são desmamados.
Rota de dispersão:
Transporte de animais domésticos
Auto-propagação
Vetor de Dispersão:
Humano
Reprodução:
Sexuada
Forma biológica:
Mamífero
Dieta:
Carnívoro
Introdução:
A rotina de eliminação de cães, estabelecida desde 1966 no Parque
Nacional de Brasília, tem sido de pouca expressão frente ao aumento da população
canina observada na área (Lindbergh 1998, Horowitz 1992). Bensusan (1997)
verificou que 46,9% dos funcionários do PNB afirmam que os animais do Parque
estão desaparecendo e 27,1% acreditam que presença de cães domésticos é a
causa primária deste desaparecimento. Essas afirmações baseiam-se na baixa
freqüência de encontros de animais silvestres e em contrapartida no aumento
de encontro de cães domésticos no PNB. Tais tendências devem ser consideradas
por administradores, uma vez que muitos dos funcionários do Parque trabalham
ali há mais de 15 anos (Bensusan 1997, Ibama /Funatura 1998). Presença de
cães domésticos no PNB é detectada desde a sua criação (Raquel Milano, comunicação
pessoal), porém estudos acerca de dinâmica populacional ou avaliação
Causa da introdução:de efetividade de medidas
de controle jamais foram implementados. Forma: Local: Data:
Desconhecida Parque Nacional de Brasília 1966
Em associação com comércio de animais de Voluntária Amazonas
1800
estimação
Uso econômico:
A espécie é mundialmente comercializada como animal de estimação.
Impactos ecológicos:
Cães encontrados em ambientes de conservação causam grande impacto
na fauna nativa, pois competem com ela como é o caso do lobo-guará. Canis
familiaris são geralmente apontados como predadores de mamíferos terrestres
entre eles gambás, lobos-guará, tamanduás-mirim etc. Segundo Graipel et al.
(2001) dos 10 individuos de tamandua tetradactyla (Linnaeus, 1758),
tamanduá-mirim, adultos depositados na coleção da Universidade Federal de
Santa Catarina procedentes da Ilha de Santa Catarina, pelo menos 6 foram mortos
por cães. Os cães domésticos são considerados praga cosmopolita pois interagem
com a fauna nativa através da predação, competição por recursos limitados,
e transmissão de doenças que não são comuns à fauna nativa. Interage com espécies
nativas através de predação, competição por recursos limitados e introdução
de doenças, ocasionando sérios danos a fauna silvestre. Animais domésticos
são vetores de inúmeras doenças, tais como a cinomose e a parvovirose, que
são letais à carnívoros silvestres (Lindbergh 1998, Primack 1998, Artois 1997).
Há registros clínicos de lobos-guarás (Chrysocyon brachyurus) em cativeiro
vindo a óbito devido a parvovirose canina, o que demostra a suscetibilidade
desta espécie ao vírus (Mann et al. 1980, Fletcher et al. 1979). No Parque Nacional de Brasília há indícios
que matilhas de cães domésticos são oportunistas, predando desde animais pequenos
como teiús e tatus, de médio porte, como mãos-peladas e tamanduás, até animais
de grande porte como veados e antas (Horowitz 1992). No Parque Nacional de
Brasília, a ocorrência de lobos-guarás foi 1.53 vezes maior em áreas livres
de cães domésticos. Mãos - peladas têm maior probabilidade de ocorrer em áreas
de ecótono de campo sujo e áreas de cabeceiras de mata de galeria. No PNB,
estas áreas estão próximas à borda, onde a probabilidade de ocorrência de
C. familiaris é alta. Há registros de predação de mãos-peladas por
C. familiaris (Walfrido M. Tomás e
Ronaldo R. A S. Filho , comunicação pessoal). A ocorrência de tamanduás foi
associada a vegetações abertas, principalmente ao ecótono de cerrado sensu
strictu e campo cerrado. No entanto, tamanduás-bandeiras evitaram áreas de
borda, onde a probabilidade de ocorrência de cães domésticos é alta. Modificações
fisionômicas da vegetação, com provável alteração da comunidade de térmitas
e formigas, caça predatória, incidência de fogo e ataque de cães são relatados
como as possíveis causas de rarefação de populações de tamanduás-bandeira
(Eisenberg & Redford 1999, Fonseca et al. 1994). Ameaças relacionadas
a ataques de cães são facilitadas pelo comportamento lento e pouco agressivo
e pelos sentidos de visão e audição poucos desenvolvidos nestes tamanduás,
o que permite uma aproximação fácil. Segundo Wetzel (1982), o período de atividade
diurna de tamanduá pode variar com o nível de perturbação provocado por cães
domésticos. No PNB, esta espécie é citada como a mais suscetível ao ataque
de cães domésticos (Horowitz 1992). Antas são abundantes e amplamente distribuídas
no PNB, principalmente próximo à cursos d'água. Nas áreas de borda, também,
é notável pelo potencial de ataques de grupos de cães domésticos, oriundos
do aterro sanitário do Serviço de Limpeza Urbano, à antas. Há um relato de
perseguição de cães a uma anta adulta, nesta região. Grupos de cães perseguiram
e cercaram um indivíduo, resultando em óbito do animal (Raquel Milano , comunicação
pessoal). Outros estudos, no hemisfério norte, têm revelado que bordas originadas
de atividades humanas foram benéficas para herbívoros, principalmente, cervo
(Odocoileus virginianus) e alces (Alces alces) (Kremsater &
Bunnell 1999). Na maioria dos estudos, uso de habitats abertos por cervídeos
diminuiu com aumento de distância da borda.
Impacto na saúde:
Podem transmitir raiva para o homem. No litoral, as fezes dos cães
podem transmitir o "bicho geográfico", é um tipo de doença de pele,
também chamada de Larva Migrans Cutânea ou dermatite serpinginosa.
Os parasitas causadores são o Ancylostoma braziliense, Ancylostoma
caninum, A. stenocephaloa ou Gnathostoma spinigirum.
Organismo afetado:
Nome comum: Família:
Chrysocyon
brachyurus lobo-guará
Canidae
Didelphis
aurita
gambá Didelphimorphia
Tamandua tetradactyla
tamanduá-mirim Myrmecophagidae
Controle mecânico:
A esterelização cirúrgica é um método seguro e de baixo custo de controle populacional, pois permite esterelidade permanente. Os métodos de esterelização de machos incluem de ferentectomia (vasectomia) e orquiectomia (castração) e de esterelização de fêmeas incluem ovariectomia (remoção dos ovários) e ovariosalpingohisterectomia (remoção ovários, tubas e útero). A maioria dos cirurgiões veterinários recomenda a realização desta última, baseado na possibilidade de desenvolvimento de doênças uterinas após ovariectomia. É recomendado que em Canis familiaris, onde há uma grande plasticidade comportamental, seja priorizada a esterilização de fêmeas (Lacerda, 2002). Outra alternativa de controle mecânico poderia ser a eliminação por abate à tiro ou armadilhamento. Para o primeiro caso é importante ressaltar a necessidade de que haja um grupo especializado e treinado de caçadores que possa realizar o trabalho de maneira eficaz.
Controle químico:
O envenenamento também é uma opção para controle
possível, embora não recomendada por possiblitar que animais de espécies nativas
também sejam afetados.
Área de distribuição onde a espécie é nativa:
É considerada espécie cosmopolita por ser encontrada no mundo inteiro,
mas seu ancestral
Ambientes preferenciais para invasão:
Áreas agrícolas, zonas costerias, desertos, áreas degradadas, florestas
nativas, florestas plantadas, campos, florestas ripárias e áreas urbanas.
São encontrados em associação com habitações humanas.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Aberta
Localidade:
Parque Nacional da Serra do Divisor
Município / Estado:
Cruzeiro do Sul / Acre
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
O cães foram introduzidos no parque pelos moradores locais. Os cães
são criados como animais de estimação mas possuem hábitos de cães asselvajados
por viverem soltos no interior da unidade de conservação.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Aberta
Localidade:
Parque Nacional da Serra do Divisor
Município / Estado:
Mâncio Lima / Acre
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
O câes foram introduzidos no parque pelos moradores locais. Os cães
são criados como animais de estimação mas possuem hábitos de cães asselvajados
por viverem soltos no interior da unidade de conservação.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Aberta
Localidade:
Parque Nacional da Serra do Divisor
Município / Estado:
Marechal Thaumaturgo / Acre
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
O câes foram introduzidos no parque pelos moradores locais. Os cães
são criados como animais de estimação mas possuem hábitos de cães asselvajados
por viverem soltos no interior da unidade de conservação.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Aberta
Localidade:
Parque Nacional da Serra do Divisor
Município / Estado:
Porto Walter / Acre
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
O câes foram introduzidos no parque pelos moradores locais. Os cães
são criados como animais de estimação mas possuem hábitos de cães asselvajados
por viverem soltos no interior da unidade de conservação.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Aberta
Localidade:
Parque Nacional da Serra do Divisor
Município / Estado:
Rodrigues Alves / Acre
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
O câes foram introduzidos no parque pelos moradores locais. Os cães
são criados como animais de estimação mas possuem hábitos de cães asselvajados
por viverem soltos no interior da unidade de conservação.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Aberta das Terras Baixas
Localidade:
Floresta Nacional São Francisco
Município / Estado:
Sena Madureira / Acre
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
O câes foram introduzidos no parque pelos moradores locais. Os cães
são criados como animais de estimação mas possuem hábitos de cães asselvajados
por viverem soltos no interior da unidade de conservação.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Aberta das Terras Baixas
Localidade:
Floresta Nacional de Macauã
Município / Estado:
Sena Madureira / Acre
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
O câes foram introduzidos no parque pelos moradores locais. Os cães
são criados como animais de estimação mas possuem hábitos de cães asselvajados
por viverem soltos no interior da unidade de conservação.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Densa
Localidade:
Parque Nacional do Jaú
Município / Estado:
Barcelos / Amazonas
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Contribui para o aumento da pressão de caça, devido ao costume de
se caçar com cães.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Densa
Localidade:
Parque Nacional do Jaú
Município / Estado:
Novo Airão / Amazonas
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Contribui para o aumento da pressão de caça, devido ao costume de
se caçar com cães.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Densa
Localidade:
Parque Nacional Pico da Neblina
Município / Estado:
São Gabriel da Cachoeira / Amazonas
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Densa
Localidade:
Reserva Biológica Abufari
Município / Estado:
Tapauá / Amazonas
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Contribui para o aumento da pressão de caça, devido ao costume de
se caçar com cães.
Área de invasão:
Ambiente:
Savana (Cerrado)
Localidade:
Área de Proteção Ambiental Gama / Cabeça de Veado
Município / Estado:
Brasília / Distrito Federal
Situação populacional:
Estabelecida
Descrição da invasão:
Cães encontrados em ambientes de conservação causam grande impacto
na fauna nativa, pois competem com essa como
é o caso do lobo-guará. Canis familiaris são geralmente apontados como
predadores de mamíferos terrestres entre eles gambá, lobo-guará, tamanduá-mirim
etc. Predador potencial de seriemas (Cariama cristata), perdizes (Rhynchotus
rufescense), inhambús (Crypturellus spp). Estas aves são excluídas
de fragmentos naturais periurbanos em função, também, da presença maciça de
cães domésticus ferais.
Área de invasão:
Ambiente:
Savana (Cerrado)
Localidade:
Parque Nacional de Brasília
Município / Estado:
Brasília / Distrito Federal
Referência geográfica: Datum: Fuso: Coordenadas X: Y:
48° 05' 15° 35 '
Situação populacional:
Estabelecida
Descrição da invasão:
O Parque Nacional de Brasília está inserido numa matriz rural e remanescente
rural em crescente processo de urbanização, além da proximidade de áreas já
urbanizadas. Horowitz (Ibama/ Funatura 1998) observou um aumento da população
de cães domésticos no PNB após estabelecimentos crescentes de aglomerações
humanas, como o assentamento de sem-terras e a área conhecida como W. Roriz.
Sob o ponto de vista ecológico, a presença de cães domésticos (C. familiaris)
no Parque Nacional de Brasília é um efeito de borda. A população de C.
familiaris presente no Parque Nacional de Brasília é formada por cães
domésticos pertencentes a um proprietário e errantes oriundos da paisagem
externa (matriz), que confiam em recursos alimentares provenientes da população
humana. Há indícios que os cães no PNB estejam mais envolvidos em jogos instintivos
de predador-presa do que em caça de subsistência, uma vez que eles podem confiar
em recursos localmente abundantes, fornecidos direta ou indiretamente por
humanos.
Área de invasão:
Ambiente:
Savana (Cerrado)
Localidade:
Estação Ecológica Águas Emendadas
Município / Estado:
Planaltina / Goiás
Situação populacional:
Estabelecida
Descrição da invasão:
Cães encontrados em ambientes de conservação causam grande impacto
na fauna nativa, pois competem com essa como
é o caso do lobo-guará. Canis familiaris são geralmente apontados como
predadores de mamíferos terrestres entre eles gambá, lobo-guará, tamanduá-mirim
etc. Predador potencial de seriemas (Cariama cristata), perdizes (Rhynchotus
rufescense), inhambús (Crypturellus spp). Estas aves são excluídas
de fragmentos naturais periurbanos em função, também, da presença maciça de
cães domésticus ferais.
Área de invasão:
Ambiente:
Áreas de Tensão Ecológica - Savana - Formações Pioneiras de Influência
Marinha
Localidade:
Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
Município / Estado:
Barreirinhas / Maranhão
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Criações de moradores locais, onde os animais circulam livremente.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Densa
Localidade:
Reserva Biológica do Guarupi
Município / Estado:
Bom Jardim / Maranhão
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Criações de moradores locais, onde os animais circulam livremente.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Densa
Localidade:
Reserva Biológica do Guarupi
Município / Estado:
Centro Novo do Maranhão / Maranhão
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Criações de moradores locais, onde os animais circulam livremente.
Área de invasão:
Ambiente:
Áreas de Tensão Ecológica - Savana - Formações Pioneiras de Influência
Marinha
Localidade:
Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
Município / Estado:
Primeira Cruz / Maranhão
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Criações de moradores locais, onde os animais circulam livremente.
Área de invasão:
Ambiente:
Floresta Ombrófila Densa
Localidade:
Reserva Biológica do Guarupi
Município / Estado:
São João do Carú / Maranhão
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Criações de moradores locais, onde os animais circulam livremente.
Área de invasão:
Ambiente:
Indeterminado
Localidade:
Nhecolândia
Município / Estado:
Corumbá / Mato Grosso do Sul
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Ocorre em todo o Pantanal, com problema mais acentuado na Nhecolândia,
onde há grande número de posseiros que não alimentam seus animais. Predam
animais da fauna nativa, com estratégias de caça em grupo (capivaras, caititus,
aves nativas, etc..).
Área de invasão:
Localidade:
Parque Estadual da Serra do Brigadeiro
Município / Estado:
Araponga / Minas Gerais
Situação populacional:
Detectada em ambiente natural
Área de invasão:
Localidade:
Estação Biológica de Caratinga
Município / Estado:
Caratinga / Minas Gerais
Situação populacional:
Detectada em ambiente natural
Área de invasão:
Localidade:
Parque Estadual da Serra do Brigadeiro
Município / Estado:
Ervália / Minas Gerais
Situação populacional:
Detectada em ambiente natural
Área de invasão:
Localidade:
Parque Estadual da Serra do Brigadeiro
Município / Estado:
Fervedouro / Minas Gerais
Situação populacional:
Detectada em ambiente natural
Área de invasão:
Localidade:
Parque Estadual da Serra do Brigadeiro
Município / Estado:
Sericita / Minas Gerais
Situação populacional:
Detectada em ambiente natural
Área de invasão:
Localidade:
Reserva Particular do Patrimônio Natural Mata do Sossego
Município / Estado:
Simonésia / Minas Gerais
Situação populacional:
Detectada em ambiente natural
Área de invasão:
Ambiente: