Nome Científico:        Calotropis gigantea

Reino: Plantae

Phylum: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Gentianales

Família: Asclepiadaceae

Calotropis gigantea (L.) R. Br..

Sinônimos:                                       Autor:                                       Data:

Asclepias gigantea                          L.                                                1995

Madorius giganteus                        (L.) Kuntze

Periploca cochinchinensis              Lour.                                           1935

Nome comum:                                                     Idioma:

calotrope                                                                  Inglês

crown flower                                                            Inglês

madar                                                                       Inglês

mercure végétal                                                       Francês

mudar                                                                       Francês

milkweed                                                                   Inglês

Descrição morfofisiológica:

Árvore de 4 m de altura, folhas opostas, sésseis ou pecioladas de 0,2 - 0,7 mm de comprimento; limbo de formato elíptico a oblongo, de 10 cm de comprimento e 8 cm de largura. Inflorescência de 1 - 3, fasciculadas. Flores de 14 - 15 mm de comprimento, 3-4 cm de largura, coloração branca a púrpura, raramente verde clara ou amarela, inodoras. Sépalas lanceoladas-ovaladas a ovaladas de 5 - 7 mm de largura. Corola com lóbulos ovalados de 15 a 17 mm de comprimento, 10 - 11 mm de largura, manchada de cor creme na parte interna. Fruto seco, deiscente de 7 - 10 cm de comprimento.

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Arbustiva

Controle mecânico:

As raízes são persistentes e rebrotas podem aparecer algum tempo após as partes aéreas da planta secarem. A retirada manual das plantas precisa ser cuidadosa e minuciosa, se for mal feita poderá resultar num agravamento da infestação. É quase certo que alguns tratamentos posteriores serão necessários.

Controle químico:

              TODO PROCESSO DE CONTROLE DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE

                  SEGURANÇA E, NO CASO DE USO DE PRODUTOS QUÍMICOS, SEGUINDO A

           ORIENTAÇÃO DO FABRICANTE E OBSERVANDO CUIDADOS PARA EVITAR IMPACTOS

                                                          AMBIENTAIS PARALELOS.

O gêreno "Calotropis" é sensível a herbicidas contendo picloram e 2,4-D.

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Sri Lanka, India, China and Malesia.

Ambiente natural:

Áreas abertas e vegetação secundária.

Ambientes preferenciais para invasão:

Áreas de vegetação degradada ou matas secundárias.


Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Fortaleza / Ceará

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Iguatu / Ceará

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Limoeiro do Norte / Ceará

Situação populacional:

Invasora

Área de invasão:

Ambiente:

Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)

Localidade:

Fazenda Boticário

Município / Estado:

Maranguape / Ceará

Situação populacional:

Invasora

Bibliografia:

PEAR, Calotropis gigantea, http://www.hear.org/pier/species/calotropis_gigantea.htm


Criado em:    28/07/2005                                                                  

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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