Nome Científico:       Ammi majus

Reino: Plantae

Phylum: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Apiales

Família: Apiaceae

Ammi majus L..

Nome comum:                                                  Idioma:

ammi                                                                 Português

cicuta-negra                                                     Português

bisnaguinha-do-campo                                     Português

amio-maior                                                       Português

Descrição morfofisiológica:

Herbácea perene, ereta, muito ramificada, de 0,7-1,5 m de altura. Folhas alternas, compostas, bi e tripinadas, as da região da base com folíolos mais largos, elíptico, os da região superior menores, lanceolados a até muito reduzidos. Inflorescência tipicamente em umbela de haste longa, composta, terminal ou axilar, grande, com flores pequenas, brancas. Floresce a partir do fim da primavera, com frutificação durante o verão.

Dispersão:

Anemocórica

Rota de dispersão:

Uso ornamental

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Herbácea

Causa da introdução:                                  Forma:            Local:                              Data:

Para fins ornamentais                                Voluntária

Uso econômico:

Utilizada na produção de flor de corte e como ornamental em jardins. Na indústria, compostos são estraídos da planta para tratamento de doenças.

Impactos ecológicos:

Compete com vegetação nativa por espaço e pode causar reações alérgicas à fauna.

Impacto econômico:

Possui uma phototoxina chamada furocoumarina que está presente em toda a planta, especialmente nas sementes. Se ingerida ou em contado da planta com a pele e imediata exposição ao sol pode causar intoxicação. É tóxica ao gado, ovelhas e aves. Os animais perdem peso, diminuem a produção de leite e podem apresentar mastite e outras infecções secundárias.

Impacto na saúde:

Causa irritação cutânea em seres humanos.

Controle mecânico:

As plantas devem ser roçadas durante a época de floração.

Controle químico:

TODO PROCESSO DE CONTROLE DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA E, NO CASO DE USO DE PRODUTOS QUÍMICOS, SEGUINDO A ORIENTAÇÃO DO FABRICANTE E OBSERVANDO CUIDADOS PARA EVITAR IMPACTOS AMBIENTAIS PARALELOS.

Não é necessário.

Controle biológico:

Não é necessário.

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Região do Mediterrâneo, nordeste da África e Ásia ocidental.

Ambiente natural:

Ambientes de campo, com pleno sol.

Ambientes preferenciais para invasão:

Prefere solos modificados, férteis e úmidos.

Área de invasão:

Ambiente:

Indeterminado

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Bagé / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Detectada em ambiente natural

Descrição da invasão:

Ocorrência da espécie citada no livro Plantas Infestantes e Nocivas.

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

Pantano Grande / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Depressão Central

Área de invasão:

Ambiente:

Estepe Gramíneo-Lenhosa

Localidade:

Não informado

Município / Estado:

São Gabriel / Rio Grande do Sul

Situação populacional:

Invasora

Descrição da invasão:

Depressão Central

Bibliografia:

Kissmann, K G; Groth, D, Plantas Infestantes e Nocicas, 2, 2, BASF, 1997, (p.81-84), Livro

Bromilow, C, Problem Plants of South Africa, 1, South Africa, Briza Publications, 2001, (p.108)

Criado em:     25/7/2005

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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