Nome Científico:       Aleurites moluccana

Reino: Plantae

Phylum: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Euphorbiales

Família: Euphorbiaceae

Aleurites moluccana (L.) Willd..

Sinônimos:                                    Autor:                                   Data:

Aleurites javanica                           (Gand)

Aleurites triloba                              (Forster & Forster f)

Aleurites ambinux                          Pers.

Juglans camirium                           Lour.

Jatropha moluccana                        L.

Camirium oleosum                         Reinw ex Blume.

Camirium moluccanum                   Kuntze

Camirium cordifolium                      Gaertn.

Aleurites lobata                              Blanco

Aleurites lanceolata                        Blanco

Aleurites cordifolia                          Steud.

Aleurites commutata                      Gersel.

Nome comum:                                                  Idioma:

nogueira-de-iguape                                          Português

noz-da-índia                                                     Português

saboneteira                                                      Português

Descrição morfofisiológica:

Árvore monóica, de 5 - 10 m de altura, com tronco reto, presença de lenticelas e copa frondosa mais ou menos pirâmidal. As folhas jovens possuem normalmente 3 a 5 lóbulos. Pecíolo de 5 - 15 cm de comprimento. Na inserção deste com o limbo existem duas glândulas. Flores pequenas, esbranquiçadas, com odor, formadas em grandes rácimos terminais de 10 - 15 cm de comprimento. As flores são unisexuais mas se dispõe na mesma inflorescência. As flores femininas são maiores que as masculinas. Estames em número de 15 - 20 nas flores masculinas. Fruto capsular, ovóide, de 5 - 6 cm de diâmetro, de cor verde e de consistência carnosa. Cada fruto contém 1 ou 2 sementes.

Dispersão:

Barocórica

Rota de dispersão:

Uso ornamental

Reprodução:

Sementes

Forma biológica:

Arbórea

Causa da introdução:                                  Forma:            Local:                              Data:

Para fins ornamentais                                Voluntária

Uso econômico:

As sementes são utilizadas para extração de óleos.

 

Área de distribuição onde a espécie é nativa:

Malásia, Polinésia, Península Malaia, Filipinas.

Ambiente natural:

Regiões tropicais em altitudes superiores a 1.200 m.

Área de invasão:

Ambiente:

Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)

Localidade:

Parque Nacional de Ubajara

Município / Estado:

Ubajara / Ceará

Situação populacional:

Detectada em ambiente natural

Descrição da invasão:

Presente na sede administrativa do parque.

Bibliografia:

Ojasti, J; Jiménez, E G; Otahola, E S; Román, L B G, Informe sobre las Especies Exóticas en Venezuela, Caracas, Venezuela, Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, 2001

Criado em:     25/7/2005

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy 

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