Nome
Científico: Acacia longifolia
Reino: Plantae
Phylum: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fabales
Família: Mimosaceae
Acacia longifolia (Andr.) Willd..
Sinônimos: Autor:
Data:
Acacia latifolia Benth.
Racosperma longifolium (Andr.) Martius
Acacia intertexta DC.
Mimosa longifolia Andr.
Nome comum: Idioma:
acácia-trinervis Português
acácia-marítima Português
salgueiro-amarelo
Português
sallow wattle Inglês
coast wattle Inglês
Descrição morfofisiológica:
Árvore pequena com 3-7 m, sem espinhos. Galhos com ângulos, glabros
ou minimamente pilosos quando jovens. Folhas simples, 5-15 cm, lienar-lanceolada
ou obovada; 2-3 veias longitudinais mais proeminentes. Inflorescência axilar
em espiga com 2-4 cm, em menor quantidade do que as folhas. Flores amarelo
brilhante. Fruto com 5-10 cm, mais ou menos cilíndrico, estreito entre as
sementes, terminando com um bico curvo marrom. Sementes com um pequeno talo,
arilo abundante, em forma de cápsula. Possui a capacidade de fixar nitrogênio
através da simbiose com bactérias do gênero Rhizobium. É uma planta de curta
longevidade.
Dispersão:
Anemocórica
Rota de dispersão:
Outros
Uso ornamental
Vetor de Dispersão:
Humano
Reprodução:
Sementes
Forma biológica:
Arbórea
Causa da introdução:
Forma: Local:
Data:
Para fins ornamentais
Voluntária
Estabilização de dunas
Voluntária
Uso econômico:
Planta ornamental muito utilizada para fixação de dunas no estado
de Santa Catarina.
Impactos ecológicos:
Invade áreas degradadas, com solo arenoso e áreas costeiras alterando
a disponibilidade de nutrientes e diminuindo a biodiversidade dos ecossistemas
em que se faz presente. Em florestas ciliares observa-se por vezes a inibição
da germinação de espécies nativas.
Impacto econômico:
Redução de valores cênicos para fins de ecoturismo e lazer ecológico,
perda de áreas de campo e pastoril requerendo controle de dispersão e erradicação.
Redução de recursos hídricos em função da elevada taxa de absorção de água.
Impacto na saúde:
Seu pólen possui características alergênicas.
Controle mecânico:
Em determinadas condições o corte junto ao colo (transição raíz -
caule) é eficaz.
Controle químico:
TODO PROCESSO DE CONTROLE
DEVE SER REALIZADO COM EQUIPAMENTO DE
Árvores de grande porte podem sofrer anelamento
na base, devendo-se abrir um anel de pelo menos 10 cm em toda a volta do tronco,
removendo toda a casca externa e interna. O tratamento químico para eliminação
de árvores em pé consiste em realizar cortes sucessivos e intercalados com
uma machadinha na base do tronco, com diferença de 10 cm de altura, ao redor
de todo o tronco. Deve-se aplicar glifosato diluído a 2% em água a cada corte,
no momento em que é feito, um a um. Quanto menor o tempo entre o corte e a
aplicação do produto, maior a eficiência do resultado.Em caso de remoção das
árvores para uso ou venda da madeira, o controle químico é fundamental e precisa
ser realizado no momento do corte. É necessária a aplicação direta de herbicida
nos tocos para evitar a geração de rebrotas, que em geral dificultam e oneram
o controle posterior. Para tanto, o herbicida precisa ser aplicado imediatamente
após o corte, em questão de segundos, para ter maior eficiência. O produto
mais utilizado é Garlon 4, produto à base de triclopir, em concentração de
80% diluído em óleo diesel (20%). Caso não encontre Garlon, utilize Tordon
a uma concentração de 7% diluído em água, aplicado com pincel e sem fazer
escorrimento para as laterais do toco.Se ainda assim houver rebrotamento,
as rebrotas devem ser eliminadas quando atingirem 15 a 30 cm de altura através
de pulverização nas folhas, com glifosato diluído em água a 2%. A aplicação
deve ser realizada com equipamento de segurança, com pulverizador de bom desempenho
e precisão, sem vazamentos, e em dias sem vento para evitar impactos paralelos
sobre outras espécies, solo ou água. O tratamento precisa ser repetido cada
vez que as rebrotas atingirem a altura indicada. Trabalhos previamente realizados
sugerem uma tendência de eliminação das plantas com quatro aplicações nas
rebrotas.É fundamental que se realize acompanhamento posterior com ações de
remoção de plântulas nascidas do banco de sementes, que têm longa viabilidade
no solo.
Área de distribuição onde a espécie é nativa:
Austrália e Tasmânia
Ambiente natural:
Solos arenosos; margens de cursos de água; suporta a secura e solos
compactos.
Ambientes preferenciais para invasão:
Se presta muito bem para ocupar ecossistemas degradados, especialmente
aqueles com áreas pedregosas e de solos rasos ou formados por dunas de areia.
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Arborizada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Aparecida / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Bernardino Batista / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Arborizada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Bom Jesus / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Áreas de Tensão Ecológica - Savana - Floresta Estacional
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Bonito de Santa Fé / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Florestada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Cachoeira dos Índios / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Arborizada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Cajazeiras / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Florestada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Carrapateira / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Arborizada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Lastro / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Marizópolis / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Florestada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Monte Horebe / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Áreas de Tensão Ecológica - Savana - Savana Estépica
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Nazarezinho / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Poço Dantas / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Poço de José de Moura / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Arborizada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Santa Cruz / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Arborizada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Santa Helena / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Santarém / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
São Francisco / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
São João do Rio do Peixe / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Arborizada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
São José da Lagoa Tapada / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica Florestada
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
São José de Piranhas / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Sousa / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Uiraúna / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Vieirópolis / Paraíba
Situação populacional:
Invasora
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)
Localidade:
Não informado
Município / Estado:
Chuí / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Ambiente de dunas
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)
Localidade:
Estrada para Praia do Laranjal, loteamento Las Acacias e Vila Assunção
II
Município / Estado:
Pelotas / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Invasão a partir de plantio ornamental em loteamento; avança para
vegetação arbórea baixa de restinga
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)
Localidade:
Praia do Cassino
Município / Estado:
Rio Grande / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Ambiente de dunas
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)
Localidade:
Hermenegildo, Barra do Chuí
Município / Estado:
Santa Vitória do Palmar / Rio Grande do Sul
Situação populacional:
Invasora
Descrição da invasão:
Ambiente de dunas
Área de invasão:
Ambiente:
Formações Pioneiras de Influência Marinha (Restingas)
Localidade:
Parque Nacional da Lagoa do Peixe